terça-feira, 23 de junho de 2009

MAÇONARIA - ESTRUTURA DE DE GRAUS




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Este gráfico tem única e exclusivamente por objetivo, mostrar o caminhar de graus maçônicos em 2 distintos Ritos: Escocês Antigo e Aceito e o Rito de York (americano). Cabe ressaltar que há diferenças colossais entre o Rito de York americano e o dito York que é o nome errado dado à varições do Emulação inglês, mas isso já é papo para outros estudos posteriores.
Fraternalmente,
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terça-feira, 16 de junho de 2009

REAL ARCO - MAIS LUZ NA MAÇONARIA


Nenhum Rito da Maçonaria é mais atuante no mundo quanto a Maçonaria do Real Arco. Presente em todos os países do mundo; em todos os continentes e em muitas ilhas, os Capítulos do Real Arco podem ser encontrados, sempre dispostos a receber seus companheiros de outras partes do mundo, naquele companheirismo típico que caracteriza a Maçonaria do Real Arco.
Na Ásia, África, Europa, Américas e no continente Australiano podem ser encontrados centenas de Capítulos do Real Arco nos quais você sempre será bem-vindo. Somente nos Estados Unidos podem ser encontrados mais de 750.000 membros em 3.000 capítulos.

O Grande Capítulo Geral de Maçons do Real Arco foi fundado em 1797, em Boston, Massachussets e tem hoje jurisdição em mais da metade dos 7.000 Capítulos no mundo, inclusive nas províncias de Alberta, Manitoba, e Saskatchewan no Canadá, os Grandes Capítulos do México, Filipinas, Alemanha, Itália, Grécia e muitos capítulos na América do Sul. Após sua exaltação como Maçom do Real Arco você se tornará membro do maior e mais antigo rito da maçonaria.

Mas o que tem atraído tantos irmãos a buscar mais luz na Maçonaria do Real Arco?

Conforme as instruções eram recebidas durante a passagem pelos graus simbólicos, certamente muitas perguntas surgiram a respeito do significado das cerimônias ritualísticas, das implicações históricas e o "por que" das lendas da Maçonaria.

Muitos acreditam que o Grau Mestre Maçom é o último grau de Maçonaria e todos os outros são adicionais e explicativos. A maioria dos estudantes de Maçonaria concordam que a história da Arte, tal como apresentado nos três graus, está incompleta e que os graus do Arco Real completam a história e respondem muitas das perguntas do recém-feito Mestre Maçom.

O Grau do Real Arco era tão importante para a Maçonaria que no Act of Union [Ato de União] firmado entre as duas Grandes Lojas rivais – que deram origem a Grande Loja Unida da Inglaterra, em 1813 – ficou estabelecido um solene landmark:

"A Maçonaria Antiga e Pura consiste apenas de três graus, a saber: o Aprendiz, Companheiro e Mestre, incluindo a Suprema Ordem do Sagrado Real Arco."

Este Landmark jamais foi alterado e até hoje, nenhum outro grau foi reconhecido oficialmente pela Grande Loja Mãe e todo rito, sistema ou grau adicional da Maçonaria não pode conferir seus graus a um Mestre Maçom até que ele tenha recebido o Grau do Real Arco. Naturalmente, é como deveria ser, porque nenhum homem se torna Mestre Maçom completo até que ele tenha encontrado a Palavra e ela somente pode recebida no Real Arco!

O Capítulo ou Maçonaria do Real Arco consiste em quatro graus, Mestre de Marca, Past Master, Super Excelente Mestre e Maçom do Real Arco.

Acredita-se que o Grau de Mestre de Marca tenha se originado como uma cerimônia de registro da marca de um artesão, naqueles tempos, distinguido pelos maçons de ofício operativo e sua construção do templo. Mais tarde foi desenvolvido em um grau cheio de simbolismo pela fraternidade Maçônica, tal como o conhecemos hoje. Alguns estudantes dizem que é o grau mais antigo e pode ter precedido todos os outros em de muitos anos. É considerado pelos estudantes e ritualistas como um dos mais belos graus em toda a Maçonaria, ensinando lições que provam seu valor em todas as caminhadas da vida. Algumas Grandes Lojas no mundo colocam o Grau de Mestre de Marca em tão alta eminência, que às vezes o deixam à jurisdição de um grande corpo à parte, uma Grande Loja de Mestres Marcas.

O Grau de Past Master veio à existência porque originalmente o grau do Real Arco era conferido pelas Lojas Simbólicas (Azul) somente aos Past Masters de direito. Este grau foi instituído para tornar possível a todos os dignos Irmãos de receberem o Grau de Real Arco. O primeiro registro de sua conferição foi em 1768 na Inglaterra.

O Grau de Super Excelente Mestre é um produto da inovação americana. Foi conferido no Capítulo do Real Arco, já em 1783 em Middletown, Connectcut. É sem dúvida o mais espetacular dos graus em toda a Maçonaria. É o único grau que toma violentamente nossa atenção à conclusão e a dedicação do Templo do Rei Salomão. A mesma idéia na qual todo simbolismo maçônico está baseado.

O Grau de Real Arco é o clímax de Antiga Arte da Maçonaria e do Simbolismo Maçônico. É descrito como "a raiz e essência da Maçonaria." É o relato completo da História Judaica durante algumas de suas mais obscuras horas. Onde Jerusalém e o Sagrado Templo são destruídos e o povo de Israel é tomado como escravo na Babilônia. Aqui você se juntará com alguns dos cativos, conforme são postos em liberdade, para voltarem para casa e se engajarem no nobre e glorioso trabalho de reconstrução da cidade e do Templo de Deus. É durante esta reconstrução que eles fazem uma descoberta que vem a iluminar o maior tesouro de um Maçom - a antiga Palavra Perdida.



Muitos historiadores localizaram as origens mais remotas do grau de Real Arco na Irlanda, no século 17 e na Inglaterra em 1738. Em 1752, autorizações ambulatórias ou militares para lojas foram introduzidas. Isto era instrumental para colocar o Grau do Real Arco no mesmo nível do Grau de Mestre Maçom.

Lojas militares foram as grandes responsáveis pelo estabelecimento da Maçonaria nas Colônias e também deram luz ao uso dos graus de Marca e Real Arco no "Novo Mundo". Registros mostram que o Grau do Real Arco foi conferido na Loja Fredericksburg No. 4, no dia 12 de dezembro de 1753. George Washington fora elevado nesta Loja meses antes desta data.

O valor da Maçonaria do Real Arco será apreciado por todos que forem exaltados àquele mais sublime grau, particularmente por aqueles que estão buscando completar sua educação maçônica. Ele revela a completa Luz da Antiga Arte Maçônica, apresentando-o como um completo sistema, de acordo com o plano original, e o intitula de forma justa ao reivindicar o nobre nome de Mestre Maçom.

A Maçonaria do Real Arco contém uma declaração simples, clara da Verdade, facilmente compreensível e útil em nossa relação com a vida. As Lojas Simbólicas lidam com lições do lado material da vida. Os graus Capitulares, e particularmente o Real Arco, lida com o lado espiritual. Oferecendo a verdadeira conclusão da antiga Arte, a Maçonaria do Real Arco é, então, o passo lógico que todo Mestre Maçom deve dar.

Se depois de se tornar um Maçom do Real Arco, você desejar continuar seus estudos, poderá ainda receber os Graus Cripticos que são ilustrativos e promovem a evolução dos princípios do Real Arco.

Qualquer Mestre Maçom poderá propor com zelo seu nome como um candidato para aos antigos mistérios de Maçonaria.
Por Alexandre Nascimento
Fonte:
Real Arco

segunda-feira, 15 de junho de 2009

A ORDEM DO LÍRIO E DA ÁGUIA



A Ordem do Lírio e da Águia (Ordem) é um movimento espiritual livre e independente, de uma natureza mística e filosófica prática, e é de origem Rosacruciana Oriental.Foi fundada no Cairo, Egito, em 1915 por Maria Routchine Dupré, uma Francesa vinda de Odessa, Rússia, com o apoio de Demetrius Semelas, um Grego vindo de Sylivria, Turquia, ambos eram Mestres Rosacrucianos.


Depois do falecimento de sua Fundadora em 1918, Demetrius incumbiu-se da liderança da Ordem, que ele reconstituiu em 1919.A Visão da Ordem é estabelecer:


AMOR e RECIPROCIDADE na HUMANIDADE


Sua Missão será cumprida pela realização de seus três objetivos fundamentais, que, declarados em poucas palavras, visam promover:


1. A instrução individual de seus membros a fim de que eles possam criar uma personalidade livre e independente.


2. A Caridade Universal, material, emocional e espiritual, que seus membros, tanto individualmente e coletivamente, executam habilmente e sem discriminação para o benefício de todos aqueles em necessidade.


3. O estudo, o desenvolvimento e a disseminação de um natural e são Código Universal de princípios, capaz de ser implementado em uma sociedade humana exemplar.De acordo com a concepção e a vontade de seus Fundadores, a Ordem é organizada e dirigida sob o modelo de Ordens de Cavalaria por uma hierarquia de funções e posições, correspondendo às etapas da evolução espiritual humana.


Fundamentada em uma concepção singular de seus Fundadores, a Ordem proporciona aos seus membros ensinamentos para o desenvolvimento de sua personalidade, de modo que através da implementação destes ensinamentos eles possam tornar-se uma fonte de equilíbrio, de felicidade e de progresso para eles próprios e para a sociedade.


A Ordem tem como seus Emblemas o Lírio e a Águia, símbolos sagrados do Amor Cósmico e Sabedoria, respectivamente. Cada membro da Ordem incumbi-se de desenvolver constantemente estas elevadíssimas Virtudes de Amor e Sabedoria, ao mesmo tempo com seus derivados múltiplos, e os implementam consistentemente em suas vidas pessoais e sociais.


A Ordem preza pela disseminação de seus princípios no exemplo pessoal de cada membro, que deve ser caracterizado pelas boas ações, uma sincera busca pela Verdade, e deve ser livre de todo o preconceito, dogma, fanatismo e parcialidade.


Deve ser salientado que a Ordem nem desencoraja de seguir e certamente nem estimula seus membros de seguirem alguma religião em particular ou seita, grupo financeiro, partido político, movimento ou ideologia. Reconhece-se o direito e o dever fundamental de todos os povos de venerar o único Deus verdadeiro, livremente e sem influências, em qualquer forma que eles possam escolher. Ao mesmo tempo, espera-se que seus membros cumpram todas as suas obrigações legais e sociais.


Conseqüentemente, qualquer pessoa pode tornar-se um membro da Ordem, independentemente do sexo, da raça, da nacionalidade, da religião, do status social ou financeiro, desde que:


1. Seja honesta e sincera

2. Deseje alcançar a perfeição moral e intelectual

3. Deseje ajudar aos seus semelhantes de todas as maneiras legais e morais

4. Seja adulta ou tenha o consentimento de seus pais/tutores.


Qualquer pessoa interessada em tornar-se um membro da Ordem e que cumpra os pré-requisitos acima pode entrar em contato com a Administração da Ordem para obter mais informações detalhadas (admin@eon.gr).


Desde 1951, a sede da Ordem foi transferida para Atenas, Grécia, onde se opera agora. A Ordem está representada legalmente no mundo inteiro pela organização sem fins lucrativos “A SOCIEDADE FILOSÓFICA DA ORDEM DO LÍRIO E DA ÁGUIA” enquanto que os meios para a realização de seus objetivos derivam exclusivamente de contribuições de seus membros.


Finalmente, deve-se notar particularmente que a Ordem, embora universal, é única e é dirigida por uma única Liderança, indicada de cada vez, seguindo uma sucessão estrita, de acordo com sua Carta Constitucional (1919). Conseqüentemente, nem reconhece nem tem alguma ligação qualquer com quaisquer imitações que possam existir.


Da Liderança da Ordem do Lírio e da Águia

Atenas, Janeiro de 2006

ASSIM DIZIA PARACELSO


I - Se, por um espaço de alguns meses, observares rigorosamente as prescrições, que se seguem, ver-se-á operar, em tua vida uma MUTAÇÃO TÃO FAVORÁVEL, que nunca mais poderás esquecê-las. Mas, meu irmão, para que obtenhas o êxito desejado, é mister que adaptes tua vida à estrita observância destas regras. São simples e fáceis de seguir, mas é preciso observá-las com a máxima perseverança. Julgarás que a felicidade não vale um pouco de esforço? Se não és capaz de pores em prática estas regras, tão fáceis, terás o direito de te queixares do destino? Será tão difícil a tentativa de uma prova? São regras legadas pela antiga Sabedoria e há nelas mais transcendência do que simplicidade, como parece à primeira vista.
II - Antes de tudo, lembra-te de que não há nada melhor do que a saúde. Para isso deverás respirar, com a maior freqüência possível profunda e ritmicamente, enchendo os pulmões, ao ar livre ou defronte de uma janela aberta. Beber quotidianamente, a pequenos goles, dois litros de água, pelo menos; comer muitas frutas; mastigar bem os alimentos; evitar o álcool, o fumo e os medicamentos, salvo em caso de moléstia grave. Banhar-se diariamente, é um hábito que deverás à tua própria dignidade.
III - Banir absolutamente de teu ânimo, por mais razões que tenhas, toda a idéia de pessimismo, vingança, ódio, tédio, ou tristeza. Fugir como da peste, ao trato com pessoas maldizentes, invejosas, indolentes, intrigantes, vaidosas ou vulgares e inferiores pela natural baixeza de entendimentos ou pelos assuntos sensualistas, que são a base de suas conversas ou reflexos dos seus hábitos. A observância desta regra é de importância DECISIVA; trata-se de transformar a contextura espiritual de tua alma. É o único meio de mudar o teu destino, uma vez que este depende dos teus atos e dos teus pensamentos: A fatalidade não existe.
IV - Faze todo bem ao teu alcance. Auxilia a todo o infeliz sempre que possas, mas sempre de ânimo forte. Sê enérgico e foge de todo o sentimentalismo.

V - Esquece todas as ofensas que te façam, ainda mais, esforça-te por pensar o melhor possível do teu maior inimigo. Tua alma é um templo que não deve ser profanado pelo ódio
VI - Recolhe-te todos os dias, a um lugar onde ninguém te vá perturbar e possas, ao menos durante meia hora, comodamente sentado, de olhos cerrados, NÃO PENSAR EM COISA ALGUMA. Isso fortifica o cérebro e o espírito e por-te-á em contanto com as boas influências. Neste estado de recolhimento e silêncio ocorrem-nos sempre idéias luminosas que podem modificar toda a nossa existência. Com o tempo, todos os problemas que parecem insolúveis serão resolvidos, vitoriosamente por uma voz interior que te guiará nesses instantes de silêncio, a sós com a tua consciência. É o DEMÔNIO de que SÓCRATES falava. Todos os grandes espíritos deixaram-se conduzir pelos conselhos dessa voz íntima. Mas, não te falará assim de súbito; tens que te preparar por algum tempo, destruir as capas superpostas dos velhos hábitos; pensamentos e erros, que envolvem o teu espírito, que embora divino e perfeito, não encontra os elementos que precisa para manifestar-se.

VII - A CARNE É FRACA Deves guardar, em absoluto silêncio, todos os teus casos pessoais. Abster-se como se fizesses um juramento solene, de contar a qualquer pessoa, por mais íntima, tudo quanto penses, ouças, saibas, aprendas ou descubras. É UMA REGRA DE SUMA IMPORTÂNCIA.

VIII - Não temas a ninguém nem te inspire a menor preocupação a dia de amanhã. Mantém tua alma sempre forte e sempre pura e tudo correrá e sairá bem. Nunca te julgues sozinho ou desamparado; atrás de ti existem exércitos poderosos que tua mente não pode conceber. Se elevas o teu espírito, não há mal que te atinja. Só a um inimigo deves temer: A TI MESMO. O medo e a dúvida no futuro são a origem funesta de todos os insucessos; atraem influências maléficas e, estas, o inevitável desastre. Se observares essas criaturas, que se dizem felizes verás que agem instintivamente de acordo com estas regras. Muitas das que alegam que possuem grandes fortunas podem não ser pessoas de bem, mas possuem muitas das virtudes acima mencionadas. Demais, riqueza não quer dizer felicidade; pode se constituir em um dos melhores fatores, porque nos permite a prática de boas ações, mas, a verdadeira felicidade só se alcança palmilhando outros caminhos, veredas por onde nunca transita o velho Satã da lenda, cujo nome verdadeiro é EGOÍSMO.

IX - Não te queixes de nada e de ninguém. Domina os teus sentidos, foge da modéstia como da vaidade; ambas são funestas e prejudiciais ao êxito. A modéstia tolherá tuas forças e a vaidade é tão nociva como se cometêsses um pecado mortal contra o ESPÍRITO SANTO. Muitas individualidades de real valor tombaram das altas culminâncias atingidas, em conseqüência da Vaidade; a ela deveram certamente a sua queda Júlio Cesar, aquele homem extraordinário que se chamou Napoleão e muitos outros.Oxalá, sigas sempre estas poucas regras para a tua FELICIDADE, para o teu BEM e a nossa ALEGRIA.

VÉU DE ISIS - NÚMERO 1 - 1890

Imagem da "Véu de Ísis", ano 1 - número 1 - 1890.

CRUZ ROSACRUZ HERMÉTICA


POR DENTRO DE GIZÉ


terça-feira, 9 de junho de 2009

TEMPLO DE SALOMÃO

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domingo, 24 de maio de 2009

JACOB BOEHME - IMAGENS


Agradecimentos a Carlos Augusto Lima, FRC
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ÁRVORE DA VIDA

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ROSICRUCIAN SPRINGS


Fonte: Michael Novick, FRC
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quinta-feira, 21 de maio de 2009

A DESCOBERTA DE UMA PINTURA ROSACRUZ

Por: Michael Novick, FRC
The History of the Painting:
The origin of this beautiful painting can be traced back to the 1933 AMORC World Convention held at Rosicrucian Park in San Jose, California. The September 1933 Rosicrucian Digest, contains a detailed report of the Convention, and mentions the painting on page 314 which I quote here...

"Another surprise was the presentation by Frater Ballam, past Master of the Francis Bacon Lodge in San Francisco, of a beautiful painting of the Master Jesus and His Disciples on a canvas approximately sever by ten feet. It was unveiled on the platform before the Convention with appropriate speeches and is to be on permanent exhibition in the Auditorium." At the bottom left of this painting is the artist's signature W. Ballam.


For many years the painting hung in the RCU Building Auditorium and was often used by H. Spencer Lewis as a Temple backdrop for services of his Pristine Church of the Rose Cross. After the church was disbanded the painting was taken out of the RCU Building and put into storage for decades and eventually wound up in AMORC's off-campus warehouse where it sat for a couple of more decades.
In 1989 AMORC had one of it's famous garage sales and most of the contents of the warehouse was sold off to local area members and Park employees, including this painting to a Frater who wishes to remain anonymous. When he purchased it he had to remove the huge canvas from the wooden frame just make it easier to transport in the bed of a pickup truck because this painting is 8 feet by 6 feet in size and a good gust of wind could have taken it up and away like a kite. He later rolled the canvas up and put it into storage where it sat undisturbed for another 15 years.
A few months ago I learned of the existence of this painting and arranged with the owner who graciously agreed to loan it to me for the purposes of restoration, photographing it and documenting it's history.

The Secret Message

At the bottom center of the painting is a secret message printed using the AMORC alphabet a copy of which used to be sent to members of the 1st Temple Degree and is also found in the out of print Rosicrucian Manual. Ah, the good old days. When you decode the message it reads from left to right DEVILHE. Huh?! What? Devil he ? He, Jesus, was a devil? No way! Just remember that the AMORC alphabet is meant to read from right to left and without spaces. Now it reads correctly as HE LIVED. An appropriate caption dealing with the theme of resurrection.The Restoration

The very first rule of antique restoration is simple - The best restoration is the least restoration. This means don't do anything that significantly alters the current condition of the painting unless it's really necessary. In order to do it right I contacted a friend of mine who's a professional antique restoration expert who works as a consultant for several art galleries and museums. The first step was to set the rolled up painting outside in the sunlight to warm up the paint so that it does not crack when the painting is unrolled.

Next step was to borrow an air compressor to blow off all the old surface dust. Then we used a large draftsman's brush to gently brush away any remaining dust on the painting. Fortunately that was all the restoration the painting needed thanks to the fact that it had been safely rolled up for most of it's life. The final step was to photograph and create this web page to present the story of the "Lost Painting".

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ALBERT MACKEY - THE ROSICRUCIAN BROTHERHOOD

(imagem do texto do Irm.·. Mackey sobre a Fraternidade dos Rosacruzes)
Fonte: Rosicrucian Salon


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THE ROSE+CROIX JOURNAL

(imagem da capa do atual "The Rose+Croix Journal")
Fonte: clique aqui
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terça-feira, 12 de maio de 2009

Les Rose+Croix d' Orient

The Rose+Croix of the Orient

A. Identity

Who were the Rosicrucians of the Orient (or Brethren of the Orient or Asiatic Brethren)?
What is their relation (if any) with the Rosicrucians of the 17th century or with the modern rosicrucian orders?

We quote from the introduction of the famous "Sacramentaire du Rose+Croix" (their Theurgy manual published by the late Robert Ambelain, who -- according to an article by Marcel Roggemans -- was the leader of the Order):

E X C E R P T S
from the
I N T R O D U C T I O N
TO THE EDITION OF THE
SACRAMENTARY OF THE ROSE+CROIX
by
Robert Ambelain


Translated from the French by Theodoulos (c) 2001
THE ROSE+CROIX

A. About the Order

The reader that would like to study the history of the rosicrucian movement (the genuine one, of the 17th and 18th centuries, and not some modern american "recostitutions" /1), will be interested in reading the book by Sedir: History and Doctrine of the Rose+Croix. To this we will add the work by Wittemans: History of the Rose+Croix, the small book by Serge Hutin: History of the Rose+Croix, our study: Templars and Rose+Croix. Thus, the not initiated reader will be sufficiently informed about the subject.


/1: Nevertheless, these orders are good schools of occultism, and their members are adequately prepared to enter into the traditionalinitiatic orders. (Note by Ambelain).

Their program can be summarized like this:
  • treatment of the sick,
  • anonymous help to individuals, to societies and even states (when their cause was legitimate),
  • political action aiming at the establishment of a Universal State -- firstly European, then World-wide,
  • religious action aiming at the re-establishment of a cleansed Cristianity, that would be closer to its source and would abandon the common exoteric imagery,
  • the Reintrgration of Man anf of the Nature into their primitive state.
This program was entrusted to less mysterious (i.e. less secret) organizations, that were closer to the profane world. Among these movements we will mention Martinism and Free - Masonry. As strange may appear this affirmation of ours, it is a fact that the two branches of Free - Masonry -- the rationalist and the spiritualist -- cooperate for the achievement of the general program of the Rose+Croix, in the political and sociological level. Martinism, on the other hand, is entrusted with a particular task that is more occult and esoteric.

For the realization of their vast plan, that extents in several centuries, the Rose+Croix used all traditional occult knowledge:

  • Alchemy and Spagyry
  • Magic
  • Theurgy
  • Astrology
-- knowledge both natural and supernatural. Their doctrine combines the Christian Gnosis and the jewish Kabalah. Indeed, they are Christian Kabalists.

Their legendary founder, Christian Rosenkreutz, that allegedly lived in the 13th century in Germany, until now seems to "escape" every serious historic research. As a matter of fact, this name is a hieronyme , a sacred name.
In hebrew, roz (rosah) means "secrets"; rosen signifies "prince", while koroz means "herald". So, this name alludes to Keraziel, the "Herald of God", the Angel of Proclamation in the jewish angelology.
The name Rosenkreutz is German in appearence only; in fact, it is a name of ministry -- a transformation of the hebrew rosah koroz, which means "Herald of Secrets" or "Secret Herald". And this characterises perfectly the ministry or function of the Rose+Croix.

But what is this secret;

This name signifies God Himself in the esoteric scriptures: the Siphra Tzeniutha, the Talmud and the Holy Scripture, and particularly in the Book of Daniel (2.9) where it is stated that "God Himself is His Secret". So, Rosah Koroz is God's Herald, and the vehicle of Angel Keraziel.

We also observe thar Rosen means "Prince", which gives us a very similar signification: "Prince - Herald", Rosen Koroz.
Regarding the "Prince of the Royal Secret" in Free Masonry (Rite of Heredom and Scotish Rite), there is an evident relation with the primitive rosicrucian plan and its political realizations (...).



In the magazine "Initiation et Science" (1963, #57), Gerard Heym speaks about the Order of Asiatic Brothers or Knights of Saint John the Evangelist. This Order was re-organized in 1750 and then again in 1780; its See used to be in the city of Thessaloniki (Greece). This Order is none other than the Rosicrucian Brethren of the Orient.
Dr. Encausse (Papus) had received a lineage of them by a member of the Supreme Council of the Martinist Order, who himself had received a lineage in the city of Cairo (Egypt), before 1914. Inside Martinism of that era, no one else had such a lineage, not even Teder (Papus' successor).

We may state that the continent of Asia is completely irrelevant to this Order of esoteric chivalry. Actually, the letters ASIE reveal a quality; they constitute an abreviation or a seal. In fact, the Candidate -- on entering the Order -- received the ordination of Eques A Sancti Ioannis Evangelista (the initials are: EASIE).

(...)


B. Origins

In "Le Sanctuaire de Memphis" ("The Sanctuary of Memphis", published in 1849), Jacques - Etienne Marconis de Negre states the following, regarding the origin of this order.

(This is obviously the masonic tradition regarging the origin of the Rosicrucians of the Orient...).

E X C E R P T S
from
The Sanctuary of Memphis
by
Jacques - Etienne Marconis de Negre


Translated from the French by Theodoulos (c) 2001


... the Brethren of the Orient, whose founder was an Egyptian wise man, named Ormus, that had been converted to Christianity by Saint Marc. Ormus purified the doctrine of the Egyptians with the teachings of Christian religion.

Meanwhile, the Essenians and other Jews had founded an School of the Solomonic Science; this School was united to the one by Ormus.

Untill 1118, Ormus' disciples were the only depositories of the ancient Wisdom of Egypt (purified by Christianity), as well as of the Templar Science. These were known as Knights of Palestine or Rosicrucian Brethren of the Orient, that the (Masonic) Rite of Memphis regards as its immediate founders.

In 1150, eighty-one of them arrived at Sweden, having Garimont as their leader, and presented themselves to the archbishop of Upsala, to whom they bequeathed the heritage of Masonic knowledge. These eighty-one Masons established Free-Masonry in Europe.

After the death of Jacques de Molay, the Scottish Templars, apostats at the king's (Robert Bruce's) instigation, gathered under the standards of a new Order that this prince had instituted. The receptions in this Order were based in those of the Order of the Temple. Here is the origin of the Scottish Masoic Rite -- and of the other Masonic Rites as well.
The Scottish Templars were excommunicated by Larmenius in 1324.

This date agrees with the one given by Br. Chereau, regarding the separation of the Masons of Edimbourg with the Masons of Memphis: 1322, which is two years earlier.

The Masons of Memphis rested faithful to the ancient traditions; the others founded a new Rite, called Rite of Heredom de Kilwinning or of Scotland.

Thus, from the late 14th century, two Rites exist: the Rite of Memphis or of the Orient and the Scottish one. Both continue to attract followers all over Europe.

(...)

However, this is not the only tradition regarding the origins of the Order.

Mark Stavish, in his book "Kabbalah and the Hermetic Tradition", writes:

Claiming connection with an ancient Order of a 'Rosicrucian character', dating back to 1643, and having Heinrich Khunrath, Alexander Sethon, Sendivogius, and Boehme among its ranks, the Society of Unknown Philosophers also linked itself to "Les Freres d' Orient" created in Constantinople in 1090. The teachings of this society were conveyed from teacher to disciple and their principle unifying form was the distinction of receiving "The Initiation" which gave them the right to be known as "Unknown Superiors" or "Superieurs Inconnus" or S.I. as it is written.


C. The Doctrine

According to R. Ambelain, the Doctrine of the Brethren of the Orient can be summarised in six points:

Points taken from the
I N T R O D U C T I O N of the
SACRAMENTARY OF THE ROSE+CROIX
by Robert Ambelain

1. Creation

God is Eternal, Infinite and Absolute, without any need; being Perfect, He is also infinitely Benign and Wise, as well as Almighty.
2. The preexistence of the Souls

3. The Temptation and the Original Sin

4. Redemption of Man

5. Redemption of Nature

6. The Apocatastasis or Final Reintegration



Fonte clique aqui.

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segunda-feira, 11 de maio de 2009

O ARCO MÍSTICO



Simbologia Mística
(Ela não é um edifício administrativo, mas um corpo vivo de "pedras que falam")

Antes de entrar no simbolismo da Catedral, é obrigatório parar um pouco sobre o termo "gótico" empregado nesta arte edificatória.

Uma explicação curiosa, no limite da fantasia é a de Fulcanelli, que diz:
"Alguns pretendem, levianamente, que esta palavra derive dos Godos, antigo povo da Alemanha. Outros, que também é a opinião da Escola Clássica, crêem que, pela sua originalidade, esta arte, que fez escândalo nos séculos XVII e XVIII, fosse chamada por escárnio, impondo-lhe um nome sinônimo de bárbaro.
Na verdade, existe uma razão obscura que deveria fazer refletir nossos lingüistas que estão sempre pesquisando a etimologia. A explicação vem de fato pesquisada na origem cabalística da palavra.
Alguns autores perspicazes perceberam a semelhança que existe entre gótico e goético, pensaram que deveria haver uma estreita relação entre Arte Gótica e Arte Goética, ou mágica. Os iniciados sabem, porém, que Art Gotique não é outra que uma deformação da palavra artgotique, cuja homofonia é perfeita, conforme as leis fonéticas que regulam a Cabala.

A Catedral é, portanto, uma obra prima da ART GOTH, ou do ARGOT. Os dicionários definem o ARGOT como a linguagem particular daqueles indivíduos que se interessam em trocar suas opiniões sem serem compreendidos pelas pessoas ao redor, como uma linguagem cifrada, uma verdadeira Cabala falada."

As civilizações tradicionais sempre tiveram como objetivo conciliar o mutável com o imutável, o solvente com o coagulante, porque a harmonia entre os contrários é o primeiro passo verdadeiro da Iniciação e a primeira operação da Grande Obra Alquímica. O ensinamento tradicional é claro: existem duas "cidades". Aquela do céu e aquela da terra, aquela de Deus e aquela dos homens, a Jerusalém Celeste e a Jerusalém Terrestre. A Catedral, que tem a sua base na Terra e se alça em direção ao céu, é o símbolo vivente da unidade criativa do Grande Arquiteto do Universo.

O iniciado constrói na Terra a sua Catedral para que o mundo de baixo seja correspondente àquele do alto. A Catedral torna o Universo perceptível, porque é organizada segundo o Verbo e não segundo um racionalismo qualquer. Ela não é um edifício administrativo, mas um corpo vivo de "pedras que falam". Os Mestres aprendiam desde o início as leis da Harmonia. Através da iniciação eles tinham acesso a um estado interior necessário para compreender esses valores harmônicos. Conseqüentemente a profissão aprendida através dos anos permitia manifestar-se na pedra, e seu percurso espiritual transitar nos símbolos que velavam, mas não escondiam, o caminho a seguir. As Catedrais são bússolas, pontos de referência na floresta dos símbolos, que falam claramente só a quem transmutou seu modo de raciocinar e de pensar. A Catedral, nas suas esculturas e na sua geometria, contém realmente o alfabeto necessário para decifrar o livro sagrado que encarna. Livro aberto, porque ofertado à visão de todos, mas livro fechado se nosso pensamento e nossa vida não estão em harmonia com a mensagem que ela transmite.

Em todo o mundo antigo e tradicional as partes de um Templo tinham um simbolismo próprio, um significado preciso que unia Arquitetura e Consciência.
É curioso notar que todas as Catedrais Góticas do século XIII são dedicadas a Nossa Senhora, isto é, à Virgem. E é mais curioso ainda que a localização destes edifícios sagrados nos permitem traçar, sobre a Terra da França, quase com perfeita correspondência, a constelação da Virgem, tal e qual se vê no céu. Isso explica como em um pequeno burgo, como devia ser Chartres em 1200, tenha sido construída uma esplendida e caríssima Catedral. Houve tempos em que as câmaras subterrâneas dos Templos serviam como morada da Ísis Negra. É notório como o simbolismo da Ísis dos Pagãos foi absorvido pelo cristianismo da Virgem Maria. As estátuas negras da Ísis se transformaram nas estátuas das Virgens Negras que reencontramos nas criptas das Catedrais Góticas. Tanto umas como as outras mostram em sua base a inscrição que encontramos na Virgem Negra de Chartres – Virgem grávida – a Virgem parturiente, cujo significado, nem mesmo tão escondido, se pode comparar ao da terra antes de ser fecundada pelos raios do sol.

A planta de uma Catedral é sempre em forma de cruz. O braço horizontal corresponde aos equinócios e aos solstícios, enquanto o braço vertical corresponde a um simbolismo polar, aos pólos com relação ao plano do equador. A consciência da planta em cruz nos permite ler o mundo, perceber a arquitetura.
No centro da cruz,
no ponto de encontro entre a horizontal e a vertical, o homem se encontra no centro do mundo, mas também do seu ser. Não é por acaso que neste ponto das Catedrais Góticas se situa o altar-mor.
Em todas as Catedrais Góticas se nota um curioso fenômeno:

O eixo da nave central
não é o prolongamento exato do eixo do coro. Esse desvio do eixo não é devido a um erro do projeto, mas sim proposital. Esse é um símbolo já presente no antigo Egito, onde o exemplo mais evidente é o Templo de Luxor. O desvio do eixo é uma espécie de ruptura, uma fronteira invisível entre duas ordens de realidades diversas. Uma ruptura entre a nave, lugar da consciência racional e o coro, lugar da consciência absoluta. A simetria é morte, a assimetria é vida, afirma o pensamento pitagórico. O desvio do eixo é uma das manifestações mais claras de uma assimetria criativa que desvia a linha diretamente da razão.
As Catedrais, como outros edifícios sagrados, são rigidamente orientadas com o abside para
o
leste
, ponto geográfico onde nasce o Sol.
Ao
norte, onde tudo é escuridão, tem sempre um portal rico em simbologia relativa ao início da vida iniciática. É no portal norte da Catedral de Amiens que os alquimistas se reuniam para discutir sobre o início da Grande Obra.

A oeste, freqüentemente se encontram baixos relevos sobre o juízo universal e
no
sul
uma grande rosácea que faz filtrar a luz do sol em toda a sua força.
Externamente os portais são colocados uns sobre os outros, em um átrio coberto, onde se colocavam os profanos antes do batismo. Lugar ainda não sagrado, mas não mais pertencente ao mundo profano, último aviso a criar em nós um estado interior consoante com a espiritualidade do interior do Templo.


A nave
, como bem exprime a palavra, é arquitetonicamente um navio ao contrário. É o símbolo da Arca onde embarcaram os Sábios para viajarem através da luz.
A nave encarna a razão, não no sentido moderno do termo, mas no sentido tradicional, isto é, a soma das leis que constituem o Sagrado. Quem percorre a nave já está no caminho e pisa um pavimento, hoje em dia completamente refeito, mas que era originalmente um mosaico branco e preto para evocar a dualidade do nosso mundo.

No início do pavimento da nave central era colocado o Labirinto. Quase todos foram destruídos, mas em Amiens (refeito) e em Chartres (original) ainda permanecem a testemunhar uma sabedoria secreta. No calçamento das nobres igrejas, são um símbolo de uma riqueza inesgotável. Geralmente de forma circular, eles existem também na forma octogonal e quadrada. Têm sua origem no Labirinto de Creta, arquétipo da mitologia grega, onde o rei Minos faz aprisionar o Minotauro, metade homem, metade touro, filho da traição de sua mulher e rainha, Pasífae. Dédalo, arquiteto do labirinto de Creta, o construiu cheio de corredores que se entrecruzavam e de aposentos dispostos de tal maneira que quem neles entrasse não mais conseguiria sair.

Dédalo foi o arquiteto inspirador que na Idade Média serviu de modelo a todos os construtores. Há representações nos lugares da construção do labirinto, como na catedral de Reims,
de uma figura que representa o mestre de obras, verdadeiras charadas como se fossem assinaturas de um feito.

Colocados nas portas das cidades fortificadas ou no eixo central das Catedrais, os labirintos estavam para proteger dos inimigos e das influências malignas.

Eles permitem que, ao caminhar em direção ao seu centro, como uma viagem iniciática, possa, em um exercício avançado e introspectivo, desenvolver o seu "eu", oculto para um não iniciado, mas também de conhecimento superficial para os iniciados que não se aprofundam. Fica inacessível e de certa forma interditado àqueles que não estão qualificados, notadamente porque demonstram estarem perdidos ao caminhar dentro do labirinto.



Reims - França

O gótico é um sistema arquitetônico que se baseia naquilo que chamamos volta em cruz.
A ogiva em cruz
se baseia no princípio da transformação dos esforços laterais em esforços verticais. É um conjunto de impulsos dado à pedra para que a abóbada não pese muito, mas se lance do alto através dos contrafortes laterais. O monumento gótico exige a existência de uma proporção perfeita entre peso e esforços.

É o objetivo sublime de aproximar o homem de Deus Todos os detalhes são estudados para que possa lograr um sucesso esplendoroso:gigante como o paraíso na terra, capaz de abrigar toda a população de uma só vez toda uma vila , a catedral de Chartres por exemplo abrigava 10.000 pessoas, alta com 37 metros de altura estar bem perto do céu de abobadas curvas, azuis construídas para onde nasce o sol, de onde vem a luz.

Fiéis entrando pelo ocidente caminhando para o oriente deixavam para trás o julgamento final,representado pelo portal ocidental. Morriam para a vida pecadora terrestre e nasciam para a vida celestial, sublime indo ao encontro do Criador.
As catedrais exigiam muita luz porque Deus é luz - As paredes rasgadas, os vitrais crescentes e todo um conjunto potenciava energia cósmica

A rosácea é a primeira representação luminosa da transfiguração, representada pelo sol, Cristo, a roda da vida, a origem e o planejamento da existência do homem.embora ñ emanava luz visível, mesmo assim talvez fosse a mais importante.obras primas inigualáveis da arte vitral, ensinam dois elementos essenciais do pensamento: andar da periferia para o centro e vice-versa. A sua imobilidade é só aparente, na verdade elas estão sempre em movimento de acordo com os ciclos eternos do Cósmico. Eles são o símbolo não só da roda, mas também da rosa mística que representa a ação do fogo alquímico. E é por isso que os arquitetos góticos procuraram transferir para as rosáceas de pedra uma imagem de fogo em movimento sobre a matéria. O coro da Catedral é comparável ao Santo dos Santos, é a cabeça, é o oriente. No coro é colocada a cadeira do Bispo, exatamente ao leste, onde nasce a luz,

No interior da Catedral de Chartres, na nave lateral oeste do transepto sul, há uma pedra retangular incrustada, enviesada ao piso, cuja brancura ressalta nitidamente sobre a cor cinza do restante. Essa pedra está assinalada por uma peça saliente em metal dourado. Cada ano, no solstício de verão, em 21 de junho, se o sol está brilhando, ao meio dia, um raio que filtra de uma abertura no vitral de Santo Apolinário vai atingir essa pedra. Acredito que esta seja a prova definitiva contra os céticos que acreditam ainda que as Catedrais Góticas são simples Igrejas.












domingo, 15 de março de 2009

Armand TOUSSAINT - O.M.C.C.


Orden Martinista de los Caballeros de Cristo

Esta Orden fue dirigida por Monseñor Armand TOUSSAINT hasta su muerte en 1994. Nos ha parecido interesante reproducir aquí una breve biografía de este gran hombre, poco conocido y que jugó un papel importante en el terreno de la Tradición. Apelamos a Rémi Boyer, autor de este escrito en ocasión de su muerte y que nos ha dado permiso para reproducir.

"Armand Toussaint nos ha abandonado para asistir al Oriente Eterno el 4 de Julio de 1994. Nació el 28 de Enero de 1895 aquél que fue un personaje central, pero discreto, de la escena esotérica y partió solo algunos meses antes del fin de siglo.

Antiguo alumno del Ateneo Real de Charleroi, donde realizó estudios científicos, Armand Toussaint trabaja toda su vida profesional en la S.N.C.B., la Societé Nationale des Chemins de Fer Belge, como inspector principal, lo que le permitió realizar numerosos viajes y tener determinantes contactos necesarios para su "carrera como Hermetista", carrera que vamos a resumir aquí."
ARMAND TOUSSAINT Y EL ROSACRUCIANISMO
Armand Toussaint fue Presidente de la rama belga de la Asociación Rosacruz de Max Heindel desde 1933 hasta 1970. Después se separa de esta organización, en desacuerdo con el dogmatismo de los responsables de Oceanside, que lo habían calificado con demasiado carácter de funcionario. De antemano, siempre había desconfiado sobre la tendencia americana de transformar una escuela espiritualista o iniciática en un supermercado. En Abril de 1971, en consecuencia, creó la Fraternidad Rosacruz, que presentó como una continuación de las enseñanzas de la escuela de Max Heindel. Hasta el fin de su vida, tuvo relación con un antiguo Colegio R+C, convirtiéndose en el Amigo, el Hermano Mayor de muchos de sus miembros.

ARMAND TOUSSAINT Y LA IGLESIA GNÓSTICA
Armand Toussaint juega un rol importante en el cuadro de mando de las Iglesias Gnósticas (a propósito de esto, léase el artículo de Tau Jacques sobre las Iglesias Gnósticas aparecido en el nº 3 del E.D.C.). Es Roger Dechamps, muerto el 23-12-64, quien consagra a Armand Toussaint como Obispo el 1-6-63, bajo el nombre místico de Tau Raymond. Roger Dechamps había sido Obispo y Prior en Bélgica de la Iglesia Gnóstica Apostólica. Él mismo fue consagrado por Robert Ambelain (Jean III) el 31-5-59, con el nombre místico de Tau Jean Rudiger. Más tarde, André Mauer (Tau André) que sucedió a Robert Ambelain como patriarca de la Iglesia Gnóstica Apostólica, en contra de constituir una Iglesia demasiado centralista y burocrática, consideró a los Obispos Gnósticos como Obispos libres.

Precipitadamente, Armand Toussaint propone en el Sínodo de la Iglesia Gnóstica Apostólica "abolir toda discriminación por razón de sexo en las ordenaciones y, en consecuencia, admitir a las mujeres, con todas las otras condiciones necesarias cumplidas, a los grados mayores de Presbítero y hasta de Obispo" (Extracto de una carta dirigida el 8 de abril de 1972 a Roger Caro). Ante el rechazo del Sínodo, Armand Toussaint funda, en 1969, la Iglesia Rosacruz Apostólica, abierta tanto a hombres como mujeres, con un antiguo compañero de camino y uno de aquellos que él consideró como "hijos espirituales", Marcel Jirousek. La influencia de la Iglesia Rosacruz Apostólica aumentó en la segunda parte de los años 80, hasta hoy, con la acción de tres personajes de la escena ocultista: Charles-Rafaël Payeur, Triantaphyllos Kotzamanis (Tau Hieronymus) y Tau Pôl Lysis.
El primero fue consagrado por Armand Toussaint en 1985 y fundó el Colegio Sacerdotal de la Rosa+Cruz antes de unirla con la Iglesia Católica Apostólica de Brasil, no hostil con los esoteristas. Más tarde, Charles-Rafaël Payeur, continúa desarrollando las enseñanzas, mediante cursos, cassettes, conferencias y libros, en los que el ocultismo se funde con un profundo humanismo.

Triantaphyllos Kotzamanis, igualmente Gran Maestro Mundial de la obediencia masónica, el Oriente Universal de los Ritos Tradicionales, Arzobispo Prior en Grecia de la Iglesia Rosacruz Apostólica (llamada en Grecia, como en Francia, Iglesia Rosacruz Gnóstica y Apostólica), lucha por el reconocimiento legal de esta iglesia, contra la hegemonía de la Iglesia Ortodoxa griega, que la consideró como un atentado a su soberanía.

Tau Pôl Lysis, Arzobispo Prior de Francia, Suiza e Italia, por el contrario, ha conservado el carácter discreto y esotérico de la Iglesia, que le proporcionó Armand Toussaint, reservándola a los Martinistas, Rosacruces y Francmasones.

ARMAND TOUSSAINT Y EL MARTINISMO
Armand Toussaint fue aceptado en el Martinismo y consagrado como Superior Desconocido Iniciador (S:::I:::I:::) de parte de su Maestro Serge Marcotoune de Kiev, Maestro Hermius, que le encarga abrir una Logia en Bélgica. Después de la muerte de Serge Marcotoune, el 15 de Enero de 1971, Armand Toussaint funda la Orden Martinista de los Caballeros de Cristo, vehículo conjunto de la filiación del Martinismo ruso y de la filiación Caballeresca. La O.·.M.·.C.·.C.·. se desarrolla poco hasta los años 80. En esta época, Armand Toussaint autoriza a Triantaphyllos Kotzamanis y Pôl Lysis a abrir Logias con características Hermetistas, bajo el nombre de Logias de los Caballeros Verdes. Esta corriente de la O.M.C.C. se desarrolla en todos los continentes, y a comienzos del año 1994, Armand Toussaint autoriza la reorganización de las Logias de los Caballeros Verdes bajo la autoridad de una Gran Logia Internacional de los Caballeros Verdes, muy independiente, pero permaneciendo bajo el seno de la O.·.M.·.C.·.C.·.. Armand Toussaint fue legalmente miembro de la Orden de los Caballeros Masones Elus Cohens del Universo, pero se aleja rápidamente, considerándola demasiado compleja e ineficaces las operaciones propuestas. Aunque reticente, no se opone jamás a las relaciones entre las Logias Martinistas de los Caballeros Verdes con las de las Órdenes de los Elus Cohens operantes entonces.


HUMANISMO Y ECUMENISMO
Armand Toussaint mantiene durante toda su vida un humanismo convencido. Después de la segunda guerra mundial, contactó con el proyecto "Stop War", proyecto espiritualista que intenta mediante conferencias, congresos internacionales, publicaciones, orientar a las políticas nacionales e internacionales en otra dirección de aquella que todos conocemos. Este proyecto recibió el apoyo de la difunta reina Isabel de Inglaterra. No dando sus frutos deseados tal proyecto, Armand Toussaint retoma los estudios de cultura general y se consagra a su lucha espiritual. Él fue también secretario general del World Spiritual Council, que trabajó por un ecumenismo sin conversión, bajo la presidencia de Frans Wittemans, amigo personal de Armand Toussaint. Toda su vida, hizo prueba de una real tolerancia y de una gran sabiduría ante las crisis que agitaban tanto a individuos como sociedades.


Apoyó regularmente proyectos creando contactos entre responsables de organizaciones tradicionales. En una carta del 20 de Marzo de 1973, dirigida a Roger y Madeleine Caro, escribe: "Mis felicitaciones también por vuestro gran sentido verdaderamente ecuménico. Los espiritualistas de todo tipo hablan sin cesar de fraternidad y del mismo único Dios, sin querer, sin embargo, encontrarse y dialogar con los otros cuerpos civiles o militares constituidos, con ideologías fuertemente discrepantes y a menudo contrarias. ¿ No es así como los espiritualistas deberían dar ejemplo en esta vía?. Estamos lejos de ello, en general". Los últimos años de su vida, no pudiendo viajar ya, sigue interesado en la experiencia ecuménica mediante los Coloquios Arc-en ciel, y mucho después, con los trabajos más cerrados del Grupo de Tebas.


ARMAND TOUSSAINT Y LA ALQUIMIA
Armand Toussaint se apasiona por la Alquimia. Su reencuentro con Roger Caro fue determinante para los dos hombres y para las organizaciones que dirigían. Desde que Armand Toussaint escribe por primera vez a Roger Caro el 20-8-1971, se presenta como "estudiante de Alquimia desde hace 25 años, sin realización práctica alguna" y solicita beneficiarse de las enseñanzas de los Frères Ainés de la Rose+Croix. Esta fecha verá entonces el nacimiento de una amistad que no disminuirá nunca entre los dos hombres, a pesar del tiempo y la lejanía y los primeros pasos sobre la vía del Cinabrio, que el dirigirá hasta el fin de sus días, convirtiéndose en uno de los mejores especialistas de esta vía, investigando todas las aplicaciones medicinales de la Quintaesencia y de la Piedra al Rojo.


En 1992, autoriza la creación de una Logia Martinista "Cinabrio", a semejanza de los Hermanos y Sorores de la O.·.M.·.C.·.C.·. que se consagraban al estudio y a la prácticas de la vía del Cinabrio.
No parece que Armand Touissant haya practicado de forma intensiva otras vías alquímicas, a pesar de algunos contactos con Eugène Canseliet .


Armand Toussaint había recibido igualmente unos conocimientos precisos sobre una Alquimia interior del Cuerpo de Gloria, basada en el Cantar de los Cantares, texto que había publicado comentado.


ARMAND TOUSSAINT Y ROGER CARO
El reencuentro entre Armand Toussaint con Roger Caro debía ser el origen del nacimiento de la E.U.N.A., Iglesia Universal de la Nueva Alianza.


Desde que Roger Caro recibió la primera carta de Armand Toussaint, hubo un signo en el Cielo. En efecto, después de 1969, la Orden de los Frères Ainés de la Rose+Croix no ha tenido otro Gran Prior General (Según el correo dirigido por Roger Caro a Armand Toussaint) que el propuesto Armand Toussaint que debió aceptar sin recelar. Roger Caro le puso en contacto, de conformidad con la tradición de la Orden, con un Maestro guía que lo asistirá hasta su Adeptado, recibido en 1972, Adeptado que se correspondía enteramente con ser un Frère Ainé de la Rose+Croix. Fue nombrado más tarde Imperator honorario de la F+A+R+C.


Armand Toussaint consagra a Roger Caro como Obispo el sábado 10 de Junio de 1972, en la residencia dels Angelots, en Saint-Cyr-sur-Mer, sede de los F.·.A.·.R+C. Después de haberse consagrado a desarrollar la Iglesia Rosacruz Apostólica en Francia y en el extranjero (en esta época, la E.R.A. había sido casi inexistente fuera de Bélgica) Roger Caro propone a Armand Toussaint fundar la Iglesia de la Nueva Alianza en comunión con la E.R.A, la primera para los alquimistas y la segunda para los rosacruces. Para fundar su Iglesia, Roger Caro se apoya en los documentos de la ex Iglesia Templaria, cánones y rituales, encontrados en los archivos de la Orden de los F.·.A.·.R+C. Este proyecto era para él esencial, y agradecería de por vida a Armand Toussaint habérselo permitido realizar (Según carta de 31-9-1971, dirigida por Roger Caro a Armand Toussaint y a su esposa). Más tarde, Roger Caro cerró la Orden de los F.·.A.·.R+C, invitando a sus miembros a retirarse dentro del seno de la Iglesia de la Nueva Alianza.


ARMAND TOUSSAINT Y EL ORIENTE
Armand Toussaitn había viajado mucho y se encontró con muchos Maestros orientales. Adepto de la escuela Soto Zazen, era partidario de un ecumenismo entre Oriente y Occidente. Preparó una técnica original, denominada Yoga Panaghion, uniendo las bases Martinistas enseñadas por Serge Marcotoune a lo que denominaría "l'accord-fin", a las técnicas y conceptos que el había recibido por la línea marcada por los Santones hindúes. Al final de sus días, hacía muchas veces referencia a "los cristales verdes, muy tangibles, de la Ciudad de Shamballah".


UN HOMBRE NADA COMÚN
Este breve resumen de la carrera de Armand Toussaint dentro del mundo secreto del esoterismo permite comprender la influencia de este hombre discreto y de viva inteligencia sobre numerosas corrientes tradicionales occidentales, y la ayuda que supo aportar a numerosos buscadores, Martinistas, Rosacruces, Francmasones y Alquimistas. Muy racional y pragmático, habiendo seguido la evolución de la investigación psicológica hasta el fin de sus días, fue amigo, guía y compañero, el Hermano, siempre presente en los buenos días como en las malas horas. Es, por ello, un Amigo de Dios que nos ha abandonado para volver al Reino que siempre fue el suyo: el más alto."


Nos referiremos en las líneas que siguen a la presentación , así como a las diversas conversaciones que hemos tenido con sus responsables.
La Orden Martinista de los Caballeros de Cristo agrupa a místicos cristianos, hermetistas rosacruces, que siguen la Vía Iniciática de la Reintegración espiritual o Catarsis (perfección espiritual). Se presenta como la heredera de la Tradición de las antiguas sociedades iniciáticas Estoicas Mitraicas, como Johanita, Rosacruz y Gnóstica.


El objetivo perseguido por sus miembros es "liberar al ser humano de la presa del Príncipe de este mundo y de realizar la unión mística de la personalidad (consciencia) con la individualidad oculta (supraconsciencia).


Sus miembros se esfuerzan por acceder a la maestría reinando en el Reino del Centro propicio al descenso del Paráclito enviado por el Cristo, mediante, con la ayuda del Iniciador, una conexión con la Egrégora protectora de la Cadena Oculta."


Una de las características importantes de la Orden, es la de la Iniciación de los Superiores Desconocidos Iniciadores. En la casi totalidad de las órdenes Martinistas, la iniciación transmitida lo es "bajo condición". Es decir que la demanda al futuro Superior Desconocido de obligarse a no transmitir el grado de consagrador sin el aval de la jerarquía de su Orden. Esto no se corresponde evidentemente con las antiguas costumbres, pero se explica solamente por las preocupaciones administrativas.


En la O.·.M.·.C.·.C.·., los S:::I:::I::: son verdaderamente libres y ninguna limitación de su poder le es impuesta. Son, por consiguiente, libres de enseñar y de transmitir.
La filiación de esta Orden remonta a Louis-Claude de Saint-Martín según la cadena de transmisión que sigue:


Louis-Claude de Saint-Martín que la traspasó en 1780 (*) a:


El príncipe Kourakine, diplomado en Francia que la traspasó a:


Nicolás Nokilov, escritor y editor, uno de los principales responsables de la Francmasonería y de la Rosa+Cruz de Rusia, que la traspasó a: Gamaleï, poeta, que la traspasó a: Posdéëv, que la transmitió a: Pierre Kasnatchéëv, que la traspasó a: Serge Marcotoune, abogado, de nombre místico Maestro Hermius, que la transmitió en 1930 a: Armand Toussaint, de nombre místico Maestro Raymond Panagion, Gran Maestro de la Orden y Patriarca de la Iglesia Rosacruz Apostólica hasta su pasaje al Oriente Eterno, en 1994.

La O.·.M.·.C.·.C.·. también es legal depositaria de la filiación de Papus, y de la filiación Martinista rusa de parte de Robert Ambelain, filiación que remonta igualmente a Nicolás Novikov, pero por otra vía.

Esta Orden afirma en lo que respecta a la filiación Martinista, adherirse a la tesis de Robert Amadou, según la cuál Louis-Claude de Saint-Martín no fundó jamás orden Martinista, ni transmitió iniciacion Martinista bajo forma ritual. Se trataría, entonces, de una filiación de deseo, de una filiación espiritual que, poco a poco, se ha ido formalizando ritualmente, bajo la influencia de diversas personalidades, sobre todo de Novikov y Papus.


La Gran Logia de los Caballeros Verdes está bajo la autoridad de un Maestro Director y de un Consejo Supremo. Este último está compuesto de los Superiores Desconocidos y de los Superiores Desconocidos Iniciadores Libres (S:::I:::I:::L:::) de la Orden.


Las mujeres y hombres son admitidos a los tres grados tradicionales, interpretados de la siguiente manera:

Los Asociados: se integran en la Egrégora de la Cadena Oculta mirando y escuchando, sin derecho a hablar.

Los Iniciados: Sostenidos y protegidos por la Egrégora de la Cadena Oculta, que siguen la Vía Iniciática para su reintegración personal. Experimentan.

Los Superiores Desconocidos: Son guardianes de la tradición Martinista. Profundizan la Vía (damos a esta palabra un sentido próximo al de la palabra "Tao"). Mediante sus trabajos operativos y sus investigaciones, se preparan a transmitir la herencia tradicional.

Los Iniciadores Libres: poco numerosos, son los encargados de preparar a los buscadores de la Iniciación. Trasmiten libremente y bajo su sola responsabilidad la iniciación a aquellos que han sido convenientemente preparados. Son los encargados de la Orden y dirigen los trabajos rituales.

Esta Orden mantiene relaciones fraternales con la mayoría de las Ordenes Martinistas del mundo, como con las organizaciones pertenecientes a otras corrientes, que perpetúan igualmente, según sus propias costumbres y ritos, la Tradición alquímica y hermética de los antiguos Rosa+Cruz.

Una dimensión más caballeresca aparece como un componente importante de esta Orden. Según los textos de la Orden, "El iniciado encuentra, en el decurso de sus peregrinaciones, las profundas joyas indecibles que le confirman en su dirección hacia la Luz de Cristo. Asimismo, debe purificar su capa (cuerpo sutil). Debe purificar y fortalecer esta capa, liberándose de las inhibiciones, complejos y cristalizaciones psicológicas represivas. Él es el Caballero Errante del Graal, yendo hacia la aventura, para conquistar la Ciudadela del Ser".

La Orden es depositaria de múltiples tradiciones caballerescas, distingue hasta 28 escalones, o encuentros liberadores, o piezas de la armadura que el Caballero de Cristo adquiere progresivamente a lo largo de sus experiencias enriquecedoras hacia la Luz espiritual.
"Las tomas de conciencia se presentan al iniciado (aquél que comienza), hasta que la capa de este buscador de la verdad interior sea perfectamente pura y brillante, permitiendo entonces por la operación de la Gran Obra, la creación del Cuerpo de Gloria.

El Caballero de Cristo lava continuamente su "ropa", o su karma (o destino), resultado de sus experiencias deficitarias anteriores.


Purifica su cariotipo (tema astrológico de nacimiento). Esta voluntad de perfección se afirmará más y más hasta que, mediante sus esfuerzos, devenga estable e invulnerable".

Precisamos también que el estudio se hace en Logia o en Oratorio. El trabajo es básicamente teúrgico y martinezista. Prepara a dos tipos de teurgia, la teurgia Cohen y la teurgia Salomónica dentro del cuadro de Superiores Desconocidos. En esta Orden, el Círculo de los S:::I::: existe realmente y constituye una verdadera Orden, que no se corresponde con los casos aislados, aunque sea utilizada la misma denominación.

Existen también unas prácticas de ascesis, salmos y anácrisis, que son observados según las reglas y técnicas precisas. Es el Iniciador el que se encarga del progreso individual dentro del conjunto de estos aspectos prácticos.
Esta Orden tiene ligámenes privilegiados con la Iglesia Rosacruz Apostólica, así como con la Orden de los Caballeros Masones Elus Cohens del Universo, que no hay que confundir con aquellos de los que ya hemos hablado en el análisis de la O.·.M.·.I.·. .
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O MARTINISMO NO BRASIL




Por um Irmão Martinista



Os primórdios do Martinismo no Brasil se encontram na cidade de Curitiba no início do século. É formado nesta cidade o Centro Esotérico "Luz Invisível" autorizado e filiado ao Grupo Independente de Estudos Esotéricos de Papus. Sua Carta Constitutiva data de 10/07/1900 e entre seus membros destacamos o Dr. Generoso Borges. Este grupo funcionou durante alguns anos e em 1904 já havia no Paraná alguns Martinistas.

Em 1904 , foi nomeado o Prof. Dario Velloso como Soberano Delegado Geral da Ordem Martinista para o Brasil pelo Supremo Conselho presidido por Papus, através da Carta Patente número 141. O poeta e filósofo Dario Velloloso era S.I. IV( XDR/8 ) , iniciado por Papus. Após alguns anos tentando organizar a Ordem Martinista no Brasil , sem grande êxito , abandonou tudo para dedicar-se à fundação do seu "Instituto Neo-Pitagórico" , em Curitiba no ano de 1909.

Em 1907 encontramos em São Paulo a Loja Martinista "Amor e Verdade" dirigida pelo Dr. Horácio Carvalho, sem podermos precisar a data de sua instalação nem tão pouco sua filiação . O interessante é que nesta data (1907) é iniciado nesta loja o português Antonio Olivio Rodrigues conhecido iniciáticamente como AOR , o qual em pouco tempo atinge o grau S.I. e em adaptação do recebido em tais fontes lança em 1909 , os estatutos iniciais do "Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento".

Gostaríamos de fazer uma observação interessante quanto a data de fundação no Brasil destes dois movimentos: Instituto Neo-Pitagórico e Círculo Esotérico ambos ocorrido no ano de 1909 , ano em que segundo o Dr. Spencer Lewis "mais movimentos místicos do mundo renasceram , foram reformados ou sofreram alterações em seu gênero de atividades, do que em qualquer outro ano da história do ocultismo". Foi o ano em que o Dr. Spencer Lewis visitou a França e foi iniciado na "Ordre Rose-Croix" ; ano em que Max Heindel viajou para a Europa a fim de obter informações rosacruzes , além de outros que sentiram a inspiração de obter o conhecimento esotérico e criar movimentos.

Em 25/02/1910 desembarcaram em Buenos Aires , vindos de Paris, Albert Raymond Costet de Mascheville, sua esposa e seu filho, Leo Costet de Mascheville, então com 10 anos. A família Mascheville teve um papél importante na implantação e desenvolvimento do Martinismo na América do Sul. Albert Raymond , visconde de Mascheville, violinista , dava concertos em vários teatros conhecidos de Paris , quando em 1892 foi iniciado na "Ordem Martinista" por Sedir e recebeu naquela ocasião o nome místico de CEDAIOR e nome esotérico SDR/2H , ou seja , foi o oitavo discípulo iniciado por Sedir.Em 1895 já S.I. , foi nomeado por Papus, Delegado Especial do Supremo Conselho da Ordem Martinista, conhecendo vários personagens importantes do movimento esotérico da época tais como:Péladan , Barlet, Oswald Wirth, Lermina e outros. É enviado no final do século ao Egito em missão especial da "Ordem Martinista" e da "Ordre Kabbalistique de La Rose-Croix" para entrar em contato com certas fraternidades de lá e realizar estudos sobre o simbolismo e sobre cerimoniais iniciáticos. Percorre desde Damieta e Alexandria até Karnak, tendo permanecido longo tempo no Cairo , onde sua amizade com Mariette-Bey , então conservador do museu do Cairo , o serviu muito. O resultado destes estudos foram analisados por Sedir e Papus , permitindo melhor documentar certos pontos da antiga estrutura dos Templos e de seus ensinamentos. Portanto quando chega a Argentina com a família já trazia uma bagagem de realizações no campo do esoterismo. Após residir alguns anos na Argentina muda-se na década de 20 para o Brasil fixando residência em Porto Alegre.

No final de 1924 , chega ao Brasil , seu filho Leo Alvarez Costet de Mascheville, após uma estadia de anos na Europa, onde além de prestar serviço militar na França , recebeu do pai a missão de observar o estado da Ordem Martinista e Ordre Kabbalistique de La Rose-Croix na Europa. No final da década de 20 a família muda-se para Curitiba onde Leo, conhecido como "Jehel" nos meios martinistas e mais tarde como Sri Sevânanda Swami, insiste na revivificação da Ordem Martinista. Então pai e filho, organizam mais amplamente o Martinismo, que já conta com iniciados em vários Estados do Brasil e com uma loja funcionando em Curitiba (Resp. Loj. Hermanubis, Fil... Desc... Jehel). Em 1936 "Jehel"recebe do pai o cargo de Presidente da Ordem Martinista. Em 1939, "Jehel" reorganiza a Ordem Martinista da América do Sul, em Porto Alegre, fundando uma loja central com o nome de CEDAIOR. Seu pai, Cedaior, passa pela transição em 1943, nesta cidade. Após uma estadia no Uruguai "Jehel" retorna ao Brasil para fundar na noite de 19 a 20 de novembro de 1953, em Resende, Estado do Rio, o Monastério Essênio e Ashram de Sarva Yoga "AMO-PAX". Durante 7 anos, em Resende, treinará vários discípulos nas diversas linhas de esoterisno dos quais era depositário, além do martinismo. Em 1961, encerra o ciclo "Setenário"do Monastério, vende as terras e parte para Santa Catarina onde vive no retiro Alba Lucis, em Lajes, escrevendo em 4 volumes sua obra-prima o "Mestre Philippe de Lyon" tendo como co-autor do primeiro volume o seu grande amigo Dr. Philippe Encausse (1906-1984), filho de Papus (Philippe Encausse com Robert Ambelain e outros, fundaram na França, em outubro de 1952, um movimento martinista denominado "Ordem Martinista de Papus" , tendo como orgão oficial a revista L'Initiation , idealizada por Papus em 1898).Em 1969 retira-se para o "Sítio dos Peregrinos" em Betim, M.G., onde passa pela transição em 1970. A esses pioneiros do Martinismo no Brasil são aplicados os versos abaixo:
"Que as Rosas floresçam sobre a Cruz de tua tumba, como floresceram na Luz Emanada de teu Sacrifício, de teu Coração. E siga fecunda a trajetória de Tua Missão."
E para encerrar esta breve história do Martinismo no Brasil, gostaríamos de citar o lançamento da TOM no Brasil, durante a XI Convenção Nacional Rosacruz, em outubro de 1986, em Curitiba. Este lançamento na verdade foi a primeira etapa, pois foi apenas para "membros no lar", sendo que o trabalho de Templo ou Heptada foi lançado sòmente em 1993 com a cosagração do Templo Martinista da Grande Heptada no dia 21-01-1993, contando com a presença dos martinistas previamente iniciados na França durante a Primeira Excursão Místico-Cultural à Europa em fins de 1991. Atualmente, dezembro de 1995, o Brasil conta com 13 heptadas a fim de levar a Luz Martinista da TOM-AMORC àqueles que dela necessitam.
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O Muito Excelso Mestre PHILIPPE de Lyon
Papus
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Dario Vellozo ( Parmenides)
1869-1937
Fundador do
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Instituto Neo-Pitagórico
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Templo das Musas, do Instituto Neo-Pitagórico, na
rua Professor Dario Vellozo, 460, Curitiba, Paraná.
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Antônio Olívio Rodrigues (AOR)
1879-1943
Fundador do
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"Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento"
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O Templo, do Círculo Esotérico, na Rua Rodrigo Silva, 169, São Paulo, S. P.
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O Templo, do Círculo Esotérico, na Praça Almeida Junior, 100, São Paulo, S.P.
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Albert Raymond Costet de Mascheville (Cedaior)
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Diploma da Ordem Cabalística da R+C outorgado à
Leo Costet de Mascheville, (JEHEL, SEVANANDA)
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Sevãnanda e Sádhanã
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Mem Philippe de Lyon, Sevananda, Sadhana e a A. M. O. ( Associação Mística Ocidental em 1951).
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Conferências de Sevananda em Niterói, RJ, Novembro de 1953
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O Que é Alba Lucis (1953)


Bibliografia.
1-Ordem Martinista por Dario Velloso - Instituto Neo-Pitagórico-Curitiba-1974.
2-Boletim da OSA-Nov/Dez -1991-Número 1, edição dedicada a Sri Sevânanda Swami-Belo Horizonte-M.G..
3-O mestre Philippe de Lyon-Vol II, por Sevananda.
4-Artigos da revista "A Iniciação"-1943, por "Jehel" (Sevananda).
http://www.geocities.com/Athens/4223/martbrasil.html
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