quinta-feira, 26 de novembro de 2009
AS SETE VIRTUDES
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A IMPORTÂNCIA DOS GRAUS SIMBÓLICOS
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EMMA COSTET DE MASCHEVILLE
Emma Costet de Mascheville: Luz e Sombra no Paralelo 30
- Roteiro e direção: Rene Goya Filho
- Fotografia: Pablo Chasseraux
- Música original: Raul Ellwanger
- Produção executiva: Estação Elétrica
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
NOVAS ORDENS MARTINISTAS NO BRASIL
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Mutações: Combatendo a Negatividade Dentro de Você
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sábado, 21 de novembro de 2009
APANHE A SUA CRUZ E SIGA-ME!
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
KOANS - I

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PENSAMENTO DO DIA
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O Canto dos Companheiros
I
SALVE ARTE DE CONSTRUIR! Tu divino Ofício!
Glória da Terra, vinda do Céu;
Brilho de Jóias preciosas,
Vendado aos Olhos de todos menos os dos Masons
Coro
Teus devidos louvores quem pode repeti-los
Em Prosa vigorosa, ou em fáceis Versos?
II
Como os Homens dos Brutos se distinguem,
Um Mason excede os outros Homens;
Pois o que em Conhecimento escolhido e raro
Não mora seguramente em seu Peito?
Coro
Seu Peito silencioso e seu fiel Coração
Conservam os segredos da Arte
III
Contra o Calor abrasador, e o Frio penetrante;
Contra as Bestas, cujo rugido devasta a Floresta;
Contra os Assaltos de Guerreiros temerários
A arte dos Masons defende a Humanidade
Coro
Que se renda Honra devida a essa Arte,
Da qual a Humanidade recebe tal ajuda.
IV
Insígnias do Estado, que alimentam nosso Orgulho,
Distinções importunas, e vãs!
Pelos verdadeiros Masons são deixados de lado:
Os Filhos da Arte nascidos livres desdenham tais Ninharias;
Coro
Enobrecidos pelo Nome que usam;
Distinguidas pelas ALFAIAS que trazem
V
Doce Companheirismo, livre de Inveja:
Amigável Conversa de Fraternidade;
Seja a Loja o Cimento Durável!
Que através dos tempos resistiu firme.
Coro
Uma Loja, assim construída, nos Tempos passados
Durou, e sempre durará
VI
Então em nossos Cantos façamos Justiça
Àqueles que enriqueceram a Arte,
Desde Jabal até Burlington,
E que cada Irmão leve sua parte.
Coro
Que circulem os brindes aos nobre Masons;
E que seus Louvores ressoem na altiva Loja.
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O CANTO DO MESTRE - JAMES ANDERSON
Parte I
I
ADÃO, o primeiro do Gênero humano,
Criado com a GEOMETRIA
Gravada em seu Espírito Real,
Instruiu logo sua Progenitura
CAIM e SETH, que estão aperfeiçoaram
A ciência liberal na Arte
Da ARQUITETURA, que eles amavam,
E que comunicaram a seus Descendentes.
II
CAIM construiu primeiro uma Cidade bela e poderosa,
Que chamou Consagrada,
Do Nome de ENOCH, seu Filho mais velho,
E toda sua Raça o imitou:
Mas o piedoso ENOCH, saído dos Flancos de Seth,
Construiu duas Colunas com grande Habilidade:
E reuniu toda sua Família
Para construir verdadeiras Colunatas.
III
Nosso Pai NOÉ surgiu em seguida,
Um Pedreiro também divinamente instruído;
E sob Ordens divinas construiu
A ARCA, que tinha uma enorme Carga:
Ela foi construída segundo a verdadeira Geometria,
E foi uma bela Peça de Arquitetura;
Noé ajudado por seu filhos, em número de TRÊS,
Concorreram juntos para o grande Projeto.
IV
Assim do Dilúvio universal ninguém
Foi salvo, menos os Pedreiros e suas Esposas;
E toda Humanidade só deles sendo
Descendentes, fez prosperar a Arquitetura;
Pois eles, capazes de se multiplicarem rapidamente,
Aptos a se dispersar e povoar a Terra,
No largo e soberbo Planalto de SHINAR,
À ARTE DE CONSTRUIR deram um segundo Nascimento.
V
Pois a maioria da Humanidade foi empregada,
Em construir a Cidade e a Torre;
A Loja Geral ficou arrebatada de alegria,
Com tais Efeitos do Poder dos pedreiros;
Até que sua orgulhosa Ambição provocou
Seu Criador a confundir a Conjura;
Contudo se bem que em Línguas confusas falaram,
Não esqueceram jamais a sábia Arte.
CORO
Quem pode revelar a Arte Real?
Ou cantar seus Segredos em um Canto?
Eles estão bem guardados no CORAÇÃO do Pedreiro,
E pertencem à antiga Loja.
(Faz-se aqui uma pausa para beber à Saúde do atual GRÃO-MESTRE)
Parte II
I
ENTÃO deixando BABEL se dispersaram
Em Colônias para Regiões longínquas,
Todos verdadeiros Maçons, que podiam contar
Suas Obras para aqueles dos Tempos posteriores;
O Rei NEMROD fortificou seu Reino,
Com Castelos, Torres, e belas Cidades:
MISRAIM, que governava o Egito,
Ali construiu prodigiosas Pirâmides.
II
JAFET, e sua Raça valente,
Não deixaram a Arte de Construir por menos;
Nem SEM, e aqueles que o sucederam
Às Bênçãos prometidas por Herança;
Pois o Pai ABRAÃO trouxe de UR
A Geometria, a boa Ciência;
Que revelou, sem demora,
A todos os descendentes de seu Sangue.
III
Mesmo a Raça de JACOB com o tempo foi ensinada,
A deixar de lado o Bordão do Pastor,
E a usar a Geometria foi conduzida,
Enquanto esteve sob o Jugo cruel dos Faraós;
Até que nasceu MOISÉS o Mestre Pedreiro,
E levou a SANTA LOJA de lá,
E preparou os Pedreiros, aos quais quis
Dar sua Ciência notável.
IV
AHOLIAB e BETZALEEL,
Homens inspirados, construíram a TENDA;
Onde o Schekinah decidiu habitar,
E a Habilidade Geométrica surgiu:
Pois quando os valentes Pedreiros ocuparam
Canaã, os sábios FENÍCIOS aprenderam
Que as Tribos de Israel eram mais hábeis
Em Arquitetura sólida e verdadeira.
V
Pois o Templo de DAGON na cidade de Gaza,
Artisticamente apoiado em duas COLUNAS;
Pelos Braços potentes de SANSÃO foi derrubado
Sobre os Senhores Filisteus, que massacrou;
Se bem que fosse o mais belo Edifício construído
Pelos filhos de Canaã, não se podia comparar
Ao Templo do louvado Criador,
Por sua Força gloriosa e sua Estrutura bela.
VI
Mas aqui paramos um instante para brindar
À Saúde de nosso MESTRE e dos nossos Vigilantes;
E prevenir-vos todos a evitar a costa
Onde Naufragaram a Fama e a Fé de Sansão
Tendo um dia revelado seus Segredos à sua ESPOSA,
Sua Força se foi, sua Coragem enfraqueceu,
Aos seus cruéis Inimigos foi exposto,
E nunca mais recebeu o nome de Pedreiro.
CORO
Quem pode revelar a Arte Real?
Ou cantar seus Segredos em um Canto?
Eles estão bem guardados no CORAÇÃO do Pedreiro,
E pertencem à antiga Loja.
(Faz-se aqui uma pausa para beber à Saúde do Mestre e dos Vigilantes dessa Loja Particular)
Parte III
I
Nós cantamos dos MAÇONS a Fama antiga,
Quando oitenta Mil Obreiros estavam
Sob MESTRES de Nomeada,
Três mil e Seiscentos de valor,
Foram empregados por SALOMÃO o Sire,
E MESTRE PEDREIRO Geral também;
Quando HIRAM estava em Tiro a majestosa,
Como Jerusalém construída por verdadeiros Pedreiros.
II
A Arte Real era então divina,
Os Obreiros aconselhados do alto,
O Templo eclipsou todas as Obras,
O Mundo maravilhado tudo aprovou;
Homens engenhosos, de todos Lugares,
Vieram inspecionar o glorioso Monumento
E, de volta a casa, começaram a copiar
E a imitar seu elevado Estilo.
III
Por fim os GREGOS vieram a conhecer
A Geometria, e aprenderam a Arte,
A qual o grande PITÁGORAS demonstrou,
E que o glorioso EUCLIDES lhes comunicou;
O espantoso ARQUIMEDES também,
E muitos outros Sábios de valor;
Até quando os antigos ROMANOS examinaram
A Arte, e compreenderam a Ciência.
IV
Mas quando venceram a altaneira ÁSIA,
E a GRÉCIA e o EGITO subjugados,
Em Arquitetura exceram,
E Trouxeram toda a ciência para ROMA;
Onde o sábio VITRÚVIO, o primeiro Mestre
Dos Arquitetos, aperfeiçoou a Arte,
Nos Tempos pacíficos do Grande AUGUSTO,
Quando as Artes e os Artistas eram queridos.
V
Do Este trouxeram o Saber:
E como submeteram as Nações,
A espalharem de Norte a Oeste,
E ensinaram ao Mundo a Arte de construir,
Testemunhando pelas Cidadelas e suas Torres,
Para tornar mais fortes suas belas Legiões,
Seus Templos, Palácios, e Moradias,
Que falam os Pedreiros o GRANDE PROJETO.
VI
Assim os poderosos Reis do Oriente, e alguns
Descendentes de Abrão, como os bons Monarcas,
Do Egito, da Síria, da Grécia, e de Roma,
Compreenderam a verdadeira Arquitetura:
Nada de espantar se os Pedreiros se reúnem,
Para celebrar esses Reis-Pedreiros,
Com uma Nota solene e um correr de Vinho,
Enquanto os Irmãos cantam juntos.
CORO
Quem pode revelar a Arte Real?
Ou cantar seus Segredos em um Canto?
Eles estão bem guardados no CORAÇÃO do Pedreiro,
E pertencem à antiga Loja
(Faz-se aqui uma pausa para beber à Memória dos Imperadores,Reis, Príncipes, Nobres, Burgueses, Eclesiásticos Sábios eruditos, que sempre propagaram a Arte)
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
CAVALEIROS DE PHILIPPE DE LYON
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domingo, 15 de novembro de 2009
Mensagem do Dia
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CHRISTIAN ROSENKREUTZ - Parte I
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ELIAS ARTISTA - Compilação
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sábado, 14 de novembro de 2009
IGREJA GNÓSTICA - origem e referências
A Igreja Gnóstica, revivida pelo célebre Jules Doinel é uma grande árvore com diversos ramos.
Originalmente, a Igreja recebeu uma doutrina essencialmente cátara, dando ênfase à pureza e a castidade.
Tinha apenas 4 graus:
Acólito, Diácono, Sacerdote e Bispo.
Este foi o modelo original, criado por Jules Doinel e que ainda existe em algumas organizações.
Posteriomente, o Patriarca Jean Bricaud acrescenta mais 4 graus:
Tonsurado (ou Clérigo), Leitor, Exorcista e sub-Diácono, totalizando 8 graus.
Assim iniciava dentro da Igreja Gnóstica um caminho operativo, tornando-a uma Ordem Iniciática, diferente da proposta de Doinel, que seguia a via da contemplação.
A doutrina pregada por Jean Bricaud tinha por base o catarismo, mas com fortes influênicas maçônicas e ocultistas.
Essa doutrina durou alguns anos, até que Jean Bricaud introduziu elementos do cristianismo ortodoxo na Igreja, chegando até a consagrar alguns Arquimandritas, que caracterizava os cleros branco (sem celibato) e negro (celibatário) da Igreja Ortodoxa. A doutrina ortodoxa foi logo retirada da Igreja, pois Jean Bricaud sentiu que estava fugindo das origens de Doinel, ficando somente as influências Maçônicas e ocultistas (o que não impediu alguns clérigos da Igreja de andarem vestidos de Monje ortodoxo pelas ruas).
Com a rápida expansão da Igreja e, devido a autoridade e independência dos Bispos, a Igreja Gnóstica ganha cada vez mais ramificações.
RAMOS DA IGREJA GNÓSTICA
Assim, temos várias ramificações da Igreja Gnóstica, que recebem os nomes de seus idealizadores:
-O ramo de Jules Doinel (esse ramo é o mais puro e, atualmente, encontra-se ativo dentro da Igreja Expectante);
Aquí cabe uma nota sobre a Igreja Expectante:
Esta Igreja foi fundada pelo Mestre Cedaior, que foi consagrado Bispo pelas mãos do próprio Jules Doinel. Esta Igreja tem clero próprio, e se a Gnose tivesse que eleger um Patriarca hoje, o único que poderia assumir o Trono de São João é, de fato e de direito, Mestre Thoth (Huascar Corrêia Cruz) atual Patriarca da Igreja Expectante, que comanda sua organização com sabedoria e pulso firme. O Sr. Huascar Correia Cruz (Mestre Thoth) é considerado por todos os Bispos Gnósticos do mundo inteiro como o último Apóstolo Gnóstico encarnado, e verdadeiro sucessor de São João.
-O ramo de Jean Bricaud;
-O ramo de Aleister Crowley (ativo na Ordo Templi Orientis);
-O ramo de Krum Heller (esse ramo é conservado até hoje dentro da Fraternitas Rosicruciana Antiqua);
-O ramo de Samael Aum Weor (muito ativo no Brasil e américa latina);
-O ramo Lucien Jean Maine (ativo dentro da Ordo Templi Orientis Antiqua).
Estes ramos citados são os mais antigos e conhecidos, mas existem dezenas de outras linhagens, não tão tradicionais quanto as citadas acima, mas de grande valor iniciático.
Algumas destas Escolas praticam uma Gnose mais pura, baseada nas culturas pré-cristãs, com forte influência oriental. Outras Escolas praticam uma Gnose com fortes influências judaico-cristã-islâmica.
- ramo Gnose da Psicologia
Alguns consdieram que ainda existe uma terceira manifestação da Gnose, baseada nos ensinamentos de Carl GustavJung. Esta Escola baseia sua Gnose na psicologia, dando ênfase na interpretação das reações psicológicas do homem e sua relação com o universo. Nesse ramo não existe clero nem sistema de graus, sendo apenas uma metodologia de trabalho interior.
DOUTRINA BÁSICA DA IGREJA GNÓSTICA
Um ponto em comum a todas estas Escolas é a Grande Virgem da Gnose, Sofia, que é de fato a grande manifetação egregórica da Gnose.Representa a base da doutrina e mãe de todas as organizações gnósticas, inspirando a Igreja do invisível.Abaixo dela está São Miguel Arcanjo (ou Mikael), que é o guardião da Igreja, agindo de forma diciplinadora. Sua influência estende-se tanto à clérigos quanto a fiéis da Igreja Gnóstica.
E completando a Trindade de comando espiritual da Igreja está o Mestre Desconhecido, um Ser Espiritual que comanda a Igreja como um Patriarca invisível, sendo o responsável pela administração e transmissão da Gnose no mundo.
O Mestre Desconhecido é o verdadeiro Patriarca da Igreja, visto que, com a morte do último Patriarca (Pedro Freire), a Igreja ficou sem comando terreno, salvo algumas organizações auto-céfalas que montaram sua própria estrutura, empossando seus próprios patriarcas, mas mesmo assim, estes são vistos como Arcebispos pelos demais, porque a transmissão formal do patriarcado não foi realizada por Pedro Freire.
Assim, os Bispos do mundo inteiro recebem influência direta do Patriarca invisível, o Mestre Desconhecido, como Chefe Supremo da Igreja.
A Igreja Gnóstica tem um grande corpo eclesiástico no mundo. Apesar de suas várias vertentes, ela conserva sua característica de Igreja e de Ordem Iniciática, e participar de seus ritos é ter a oportunidade de entrar em contato com essa grande fonte de inspiração e de vida: A Santa e Imaculada Virgem Sofia.
Rogamos aos Arcontes (guardiões) da Gnose que continuem guardando a Igreja em segurança, santidade e castidade iniciática.
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O BATISMO GNÓSTICO
Por Thoth, 3º Patriarca Expectante
É sumamente profundo e, ao mesmo tempo, de uma qualidade especial fazer com que a criatura humana chegue ao conhecimento do seu real posicionamento com referência a sua estada aqui na Terra. Esse ritual nosso, que se refere à parte Gnóstica, que também é apensa à Igreja Expectante, abre ao indivíduo a chance, a oportunidade de, através de uma profunda análise pessoal e, ao mesmo tempo, com sua parte intelectual bem ativada, chegar à conclusão de onde veio, como veio e para onde vai.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
O INCOERISMO
O Incoerismo
O Incoerismo nasceu da necessidade de uma nova aliança entre vanguardas e tradições iniciáticas. Contudo, o Incoerismo não é um movimento, justamente uma atitude libertária e axiocrática, resultante da exploração, ao mesmo tempo metódica e errante, das filosofias do Despertar, particularmente Xivaísmo, Taoísmo e Budismos, das vanguardas literárias, Surrealismo de André Breton, Colégio de Sociologia de Georges Bataille, Grande Jogo de René Daumal, das tradições iniciáticas ocidentais, maçónicas e herméticas, e por fim, dos grandes poetas portugueses do Espírito, Camões, Bandarra, Vieira, Pessoa, Agostinho da Silva...
Libertou-se desta aventura pouco comum uma estrutura única, uma arte iniciática e poética engendrada no corpo pela tensão partilhada do Espírito rumo ao Real.
O Incoerismo quer afastar a Pessoa, tessitura condicionada, para deixar livre o lugar do Ser. Ele traça uma linha invisível entre a Mulher, musa e iniciadora, o Espírito, o Vazio e a plenitude do Vazio.
Convite ao Silêncio, convite ao corpo percebido e não mais pensado, trata-se efectivamente de discernir o que é, na presença aqui e agora, contra todas as representações, sonhos quiméricos projectados nos tempos passados e futuros. Perceber o Universo antes que pensá-lo. Ser antes que fazer e ter. Viver antes que ser vivido.
Ao mesmo tempo solidão, até mesmo solipsismo, e livre companheirismo, procura de uma perfeita imobilidade e alternativa nómada. É incoerista aquele que escolhe o caminho do intervalo que desenham os paradoxos. Ele é aquele que passa sem porta. Ele é malabarista, dançando sobre o fio do Espíritio.
O Incoerismo, Dom-Quixotismo afirmado, prega uma loucura controlada que perturba as ordens estabelecidas, sociais, culturais ou pretensamente iniciáticas. Sucede-lhe suscitar violentas e irracionais reacções de hostilidade naqueles que dizem saber, poder, deter, transmitir... Como, de facto, pretender possuir ou transmitir o Grande Nada?
Rémi Boyer
Autor de quatro textos incoeristas :
Fragmentos de Absurdidade Sagrada
O Quadrante do Despertar
22 breves tratados incoeristas
O Discurso de Lisboa
Edições Rafael de Surtis
MANIFESTO INCOERISTA
& 17
1- O Incoerismo é uma força de criação vertical, livre manifestação da Esseidade, alheia a tudo fazer e tudo ter, unicamente orientada para a Absolutidade, nascida do Oceano do Silêncio e brotada do Intervalo, como um génio demónico.
2- O Incoerismo gera a Vida como Performance a partir de uma postura de Despertar. Performance para se libertar mesmo da Libertação. Ou seja erguer a bandeira da perfeição dobrada na imperfeição. O Gesto Absoluto reside na perfeição do gesto imperfeito.
3- O Incoerismo é uma postura do corpo e do espírito contra todas as imposturas.
4- O Incoerismo é a consciência acrescida, a consciência de intensidade, a consciência de intenção, a consciência de que "eu sou" é o único criador, o único actor, o único encenador, o único realizador, enfim o único espectador do seu próprio espectáculo a que chama "mundo" e que apenas é "onda". Solipsismo total. Alto Jogo de "isso acontece" enquanto que "Aquilo permanece".
5- O Incoerismo nota sobre a Pessoa que a sua necessidade de coerência global é a fonte da sua alienação. A história, a política, as ciências, pretensamente humanas ou auto-proclamadas exactas, as religiões constituídas, as artes cristalizadas, são as patologias da Pessoa. O Ser é a única Coerência, alheio a todas as coerências, e o Grande Nada fica alheio a esta e àquelas.
6- Não existem valores universais, só existem valores pessoais. A questão dos valores, fonte de todos os conflitos, internos ou externos, resolver-se-á com a desaparição da Pessoa.
7- Estamos sob uma ditadura, subtil ou grosseira. Esta não nasceu num hipotético e improvável exterior mas em nós mesmos. O nobre combate é assim interno e axial. As brigas externas e periféricas levam invariavelmente à esgotamento. Não deixa de ser, ou torna-se tanto mais necessário desenvolver uma verdadeira Arte da guerra.
8- O Incoerismo desforra-se do tempo e de todos os tempos, para navegar, livre, nos mundos relativos, seguindo o vento do Querer.
9- A procura do transpor da arte tem o seu apogeu na Demanda de uma Arte de Nada, Arte absoluta do Intervalo. No Cruzamento da Beleza Absoluta, da Virilidade Absoluta, da Feminilidade Absoluta, só o Inapreensível é Arte.
10- O Incoerismo exige, clama, grava no Instante, e em Sempre, o respeito e a celebração ilimitados da Feminilidade Absoluta, essencial, universal, potestade magnífica e face sublime do Real, o Eterno feminino, em todas as suas formas, divinamente humanas ou humanamente divinas, todas sofiais.
11- Só os Mestres do Grande Nada podem reconhecer, na plenitude total do Ser, a subversão, o desvio e a Inversão como caminhos do Intervalo. Para os malcriados e desajeitados restará apenas agitação egótica da Pessoa.
12- O Incoerismo é a Ideia-Apreensão Amorosa, Lugar-Estado no ápex do Ser. Relâmpago de Absolutidade.
"Eu Sou, A Vontade Absoluta"
"Eu Sou, a Vontade Absoluta", simultaneamente alfa e ómega, décimo terceiro axioma e intervalo deste manifesto.
Fonte: http://pagesperso-orange.fr/
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DA UTILIDADE DAS PATENTES
DA UTILIDADE DAS PATENTES
"Bene veneritis Spiritu Sanctu quia vos vocavi per illum cui omne genu flequitur, coelestium, terrestrium et infernorum."
"Existe um Deus e eu tenho uma alma. Não é preciso mais nada para ser sábio. Foi sobre este alicerce que se ergueu todo o meu edifício". L. C. de Saint-Martin.
.·.
1. O Iniciador de Saint Martin foi Martines de Pasqually (1710-1774 ?), figura controversa e misteriosa, que por sua vez havia fundado a Ordem dos Cavaleiros Maçons Elus Cohen do Universo, onde L. C. de Saint-Martin fora iniciado, em 1768, na prática da Teurgia - do gregoTheou Ergon, sig. Trabalho Divino -, ou via operativa.
2. Entre o discípulo e o mestre havia uma animosidade de Saint-Martin em relação a doutrina de Martines, referente a demasiada formalidade e solenidade aplicada no Rito Martinesista. Após a morte de Martines, Sain-Martin afastou-se da doutrina do seu antigo mestre, em virtude de suas convicções, buscando seguir o caminho que lhe parecia mais adequado, que veio a ser conhecido como a via contemplativa ou cardíaca.
3. Segundo Saint-Martin, a teurgia operativa seria, no mínimo perigosa, e deveria ser preterida em função de uma via mais adequada e menos perigosa.
4. O ponto de vista deste adepto, após a reflexão baseada na experiência, tanto pessoal quanto proveniente de outros buscadores, é favorável à procedência da opinião de Saint-Martin. A teurgia operativa não é, definitivamente, a melhor via de regeneração, sendo preferível, sem qualquer sombra de perigo ou eventual prejuízo do adepto a adoção da teurgia contemplativa ou via cardíaca, preconizada por Saint-Martin e adotada inclusive por Papus no fim de sua vida.
5. A excessiva solenidade na ritualística, as distinções de grau, ainda que meramente administrativas, jóias e demais sinais distintivos etc, servem apenas a um aspecto - e saliente-se -, o pior deles: à satisfação do ego. A respeito disso, há um parecer do Apóstolo Paulo, literis: "As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne" [Col. 2:23].
6. Despiciendo notificar que as prerrogativas e reivindicações baseadas em documentos são igualmente inócuas, sob o ponto de vista estritamente espiritual, quando não servem de combustível ao egocentrismo e ao pior dos pecados capitais: o orgulho. Tome como tema de reflexão a seguinte passagem: "Uma voz diz: Clama; e alguém disse: Que hei de clamar? Toda a carne é erva e toda a sua beleza como a flor do campo"[Isa. 40:6].
7. Não quero com isso pisotear a Tradição, pois ela manteve de fato a Doutrina viva. Mas, infelizmente, ela já não se justifica. Se a iniciação, conforme preconizada por Sain-Martin, se dava nos planos íntimos do buscador, e ademais, a via operativa não seria a mais adequada a Regeneração (sendo esta o propósito primeiro da Doutrina em comento), não há que se emprestar tanta importância aspectos meramente burocráticos ou formalísticos. No entanto, no que se refere a convicção deste Adepto, ela deve ser respeitada, de fato, mas não nos parece que deva ser acolhida "juris tantum", ou seja, como prova absoluta de uma verdade incontestável.
8. Com o fito de se evitar, ou melhor, cortar pela raiz a guerra de patentes e papéis tão comuns às "ordens herméticas" modernas e contemporâneas, creio que esta reestruturação do Martinismo não seja apenas salutar como estritamente necessária. Quanto aqueles que estão escravizados a Tradição formal, que fiquem com seus papéis. O Pastor reconhece as suas ovelhas e suas ovelhas conhecem a voz do seu Pastor (Jo. 10:4).
Fonte: http://martinistainc.blogspot.
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Sábado, 10 de Outubro de 2009
MAGISTERIBUS AMISCISQUE
ORDO SCIENTIAE ANTIQUI
DISCIPULUS AMICUS
PRIMITIAS
D.D.D.
CONFRADIS
Caro Irmão Petrus,
Harmonizar as afirmações de meus trabalhos anteriores nao foi tarefa nada fácil.
[...]
Tais foram os produtos do trabalho cometido.
Assim, não vislumbrei outro feitio de invocar a nobreza, vigília, perenidade, temperança, luz, comunhão e outras virtudes cognatas senão pela invocação do próprio Espírito Santo, o Paráclito (consolador).
Com esta desígnio empreendi algumas leituras, como faço comumente e assim que me dei com uma passagem que diz o seguinte:
"Paraclitus autem, Spiritus Sanctus, quem mittet Pater in nomine meo, ille vos docebit omnia et suggeret vobis omnia, quae dixi vobis"; está em João, 14:26, como julgo que sabeis.
Ademais, conforme Paulo afirma em sua epístola a Tito 3:5 acerca da "lavacrum regenerationis et renovationis Spiritus Sancti" creio que o Magister – me refiro ao Cristo – quando nos exorta a via de regeneração, da qual tanto nos escreve Saint-Martin, indica a iluminação oriunda do Espírito Santo, conforme inúmeras outras passagens, nas quais ele é sempre caracterizado como aquele que ensina [I Cor 2:13; Heb 6:4].
E assim, compulsei o paradigma do Cristo dado em Isaías 11:2, in verbis:
"Et requiescet super eum spiritus Domini: spiritus sapientiae et intellectus, spiritus consilii et fortitudinis, spiritus scientiae et timoris Domini".
Quem é este Espírito do Senhor, pleno de Dons e Graças senão o Paráclito, o Regenerador, aquele que resplandeceu sobre Jesus no Jordão, conforme o testemunho de João, fazendo-o Cristo – transmitindo-lhe a Graça inexcedível da Unção? Eis o Paráclito, anunciado pelo Magister, dado aos apóstolos no pentecostes (At 2:1-4), o qual trouxe também tantos outros Dons, como exemplo, a operação de maravilhas, a profecia, o dom de discernir os espíritos, a variedade de línguas e a interpretação das línguas [ICor 10:12] dentre outros.
Não houve como não invocá-lo, ademais sendo ele o responsável pela dispensação de tantas virtudes como as designadas acima; eis o Magister por excelência (pois através dele teremos o acesso ao Pai e ao Filho, pela coluna central do templo da Santa Tradição na qual fomos iniciados). E julgo eu que sabeis acerca do que me refiro.
Dentro deste contexto, dessa busca da verdade [Jo 17:17]que tem o poder de libertar [Jo 8:32], desta santa gnosis criei uma jaculatória peculiar. A sua primeira versão é longa: "Deus Pai, sê a minha Luz; Jesus Cristo, sê meu Mestre; Espírito Santo, guia-me sempre".
Verti posteriormente ao latim e atingi as seguintes sentenças: "Deus Patri sed mihi lux; Iesu Cristum sed mihi Magister; Espiritum Sanctum interdum dexeri me".
Assim, à vista de toda conjectura prévia, enfeixei a rogatória na última frase: "Espiritum Sanctum interdum dexeri me".
Sendo, pois o Espírito Santo aquele que ensina todas as coisas, aquele que comunica diretamente a gnosis salvífica e regenerativa, e por fim, o portador da iluminação, conclui que a invocação constante d´Ele pudesse suprir o desiderato de todas as rogatórias possíveis e desejáveis, porque "scit enim Pater vester, quibus opus sit vobis, antequam petatis eum" [Mat 6:8].
Como Motto, ou seja, uma divisa, fica portanto a sigla: E.S.I.D.M. que simplifica, hermeticamente, aquilo que foi dito.
Notai que a palavra central da rogatória é "INTERDUM", que significa eternamente. Assim a frase também se divide em três fatores: ESPIRITUM SANCTUM, o epíteto do Ente em si; INTERDUM, advérbio que caracteriza a natureza de Deus, o Pai, o ÉON sem fim ou começo e, finalmente, DEXERI ME, isto é, guia-me, no sentido de me guiar ao Cristo.
Assim, harmonizadas na rogatória as três pessoas da Santíssima Trindade, invocado o Pai, o Filho e o Santo Espírito, que por sua vez dispensará todas as virtudes que necessito (creio-o) não há como atingir, dentro dos limites do meu intelecto, uma divisa mais simples e singela e profunda.
Pelo que, fundamentado em tudo que disse, declaro esta divisa como meu Motto.
IN CORDIS IESU
PUPILUS TUUM FRA INCOGNITUS
NOMINETENUS IN HIC SANCTA ORDO FRA E.S.I.D.M.
Postado por Incógnito às 08:04
Fonte: http://martinistainc.blogspot.
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MARTINISMO E A ORDEM KABALÍSTICA DA ROSA+CRUZ
Papus afirmou ter sido iniciado em 1882 ao grau de S.I. « Superior Incógnito », por Henri Delaage que se declarava de um liame direto com Saint-Martin pelo sistema de « iniciações livres ». Quanto a Chaboseau, sua filiação teria sido transmitida por sua tia Amélie Boisse-Mortemart. Ambos decidiram se iniciar mutuamente e informaram imediatamente aos outros responsáveis da Ordem. Papus e Chaboseau conservaram esta filiação essencialmente espiritual de Louis-Claude de Saint-Martin à Ordre Kabbalistique de la Rose-Croix. Como declarou Delaage, era materializada então apenas por « duas letras e alguns pontos ».
Imediatamente consciente da riqueza desta herança, a Ordem deu corpo a esta transmissão associando-a à iniciação de « Filósofo Desconhecido » do sistema maçônico de H.-T. de Tschoudi. Em seguida, esta cerimônia de « Superior Incógnito » tornou-se o grau preliminar da Ordem. A versão maçônica, que era essencialmente simbólica, foi então ativada pelos conhecimentos operativos dos membros da Ordem. A Estrela Flamejante pôde então irradiar-se plenamente outra vez.
A partir deste momento, todo novo membro da Ordre Kabbalistique de la Rose-Croix devia primeiro ser recebido Superior Incógnito, Adepto de Saint-Martin.
Este primeiro grau de S\I\ constitui o fundamento moral e espiritual da Ordem. Ele é preliminar.
Como vimos no curso desta obra, Louis-Claude de Saint-Martin fundou uma "pequena escola em Paris", alguns anos após a morte do seu mestre Martinès de Pasqually. Esta sociedade (comunidade) tinha por objetivo a mais pura espiritualidade. Integrou as doutrinas de Martinès às suas e instaurou como um único grau, o de S\I\. Este título era uma retomada da denominação distintiva da dignidade suprema dos membros do Tribunal Soberano da Ordem dos Elus-Cohens. Na maior parte das sociedades secretas a iniciação fazia-se por graus. Aqui Saint-Martin optou por instaurar uma transmissão sobretudo moral e espiritual. Tratava-se de receber a chave que abre a porta interior da alma pela qual se comunicava com as esferas do Espírito. A esta altura, nenhuma condição, nenhum estado intermediário. A única condição é uma manifestação do desejo, um engajamento da alma e um despertar da vontade adequada.
Os princípios eram ao mesmo tempo idênticos e diferentes àqueles dos Elus-Cohens. As técnicas e as preparações ritualísticas, por exemplo, sempre foram relativamente simples na escola de Saint-Martin. Este último considerava que a preparação é o resultado da vida que se estabelece interior e exteriormente. Nesta via mística, ao contrário de certas etapas mágicas e teúrgicas, é no nosso trabalho interior diário, na nossa "atitude moral de pureza" que ocorre a preparação. Isso significa que todos os preparativos ritualísticos são inúteis para aquele que não pratica esta diligência interior. É a única condição para a abordagem de uma verdadeira pureza interior.
É por esta razão que a Ordre Kabbalistique de la Rose+Croix sempre considerou este grau como preliminar à formação moral empreendida. Portanto, nesse caso não era absolutamente necessário se fundar uma Ordem específica. Esta primeira etapa de S.I. é portanto fundamental, e paradoxalmente não necessita mais do que uma formação teórica mínima. Este estado é espiritual e constitui uma diligência interior indestrutível. É como imaginar que é necessário estudar a kabbala, a teologia ou qualquer outra ciência para se comprometer moralmente em tal busca interior. O intelectual não tem nada a ver com este tipo de tomada de consciência. A formação é de uma outra ordem, pois visa graus e etapas diferentes.
Eis o que foi a Ordem Martinista original. Foi necessário esperar Papus e os seus sucessores para que nascesse uma vontade de fazer do martinismo uma ordem estruturada em graus, conduzindo à única iniciação transmitida por Saint-Martin.
Alguns anos depois, em 1891, a Ordre Kabbalistique de la Rose-Croix pediu a Papus que desenvolvesse a iniciação de Superior Incógnito, sob a forma de uma Ordem externa cujo papel essencial seria a espiritualidade e a cavalaria cristã. Papus opta por estruturá-la de acordo com a gradação maçônica, em três graus. A única real iniciação foi evidentemente a última, a de S.I. (Superior Incógnito). Nenhuma ambigüidade na missão confiada a Papus. Tratava-se de permitir que um maior número de pessoas pudesse descobrir o pensamento de Saint-Martin e empreendesse uma busca moral representada na mais pura forma de cavalaria cristã.
Esta estrutura deu uma certa perenidade à Ordem Martinista, que continuou a se desenvolver após a morte de Papus e a ramificar-se segundo perante os riscos da sua história.
Por seu lado, a Ordre Kabbalistique de la Rose-Croix, fiel ao seu trabalho, continuou a aceitar em seu seio candidatos que já tivessem recebido a iniciação de Superior Incógnito, ou no caso contrário, a sua transmissão de acordo com a forma original como preâmbulo à diligência empreendida no seu seio.
Extrato da edição em espanhol do livro "O martinismo - os Servidores Incógnitos do Cristianismo" de J.L. de Biasi.
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