sábado, 10 de julho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
RECONHECIMENTO, REGULARIDADE E SOBERANIA: A VISÃO INGLESA.
(Venerável Irmão Robert A. H. Morrow, Grande Secretário e Grande Escriba Esdras, da Grande Loja Unida da Inglaterra.)
Um reconhecimento é um ato bilateral entre duas partes soberanas. Quando estendemos o reconhecimento a uma Grande Loja, estamos dizendo que acreditamos que ela cumpre com nossos Princípios Básicos, com as praticas regulares da Franco Maçonaria e que não temos qualquer dificuldade para que nossos membros visitem Lojas subordinadas aquela Grande Loja e que podemos receber seus membros como visitantes a nossas Lojas. Reconhecimento não é um direito, mas um privilegio. Regularidade não confere automaticamente um reconhecimento, pois podem existir outros fatores envolvidos:
a. Se a UGLE já reconheceu uma Grande Loja, não reconhecera normalmente uma segunda Grande Loja naquele território, sem o consentimento de ambas.
b. Em um território já ocupado por duas Grandes Lojas regulares (ainda não reconhecidas) e que não se reconhecem mutuamente, a UGLE deve normalmente esperar que suas diferenças sejam reconciliadas antes de reconhecer qualquer uma delas, ou ambas (na crença de que, fazendo de outra forma, poderá impedir a solução de problemas locais e que e, em geral, preferível que a Grande Loja que, naquele território, exista uma Grande Loja que represente a maioria de maçons regulares daquele lugar).
c. A menos que uma Grande Loja já tenha sido constituída pela própria UGLE, ou que tenhamos sido envolvidos naquele processo, a UGLE não concedera normalmente o reconhecimento ate que a Grande Loja esteja, por um certo tempo, em atividade pratica regular. Então, mesmo que uma Grande Loja tenha sido regulamente constituída (em qualquer das duas maneiras indicadas em nossos Princípios Básicos) a UGLE normalmente deve esperar e observara que sua pratica é regular da forma original, antes de tomar qualquer decisão de reconhecimento.
A UGLE lamenta que algumas de suas recentes decisões em relações internacionais não contaram com o apoio e compreensão de algumas das Grandes Lojas regulares com as quais, por longo tempo a UGLE teve um relacionamento harmonioso. Outras vezes, também, alguns dos amigos mais íntimos da UGLE escolheram reconhecer Grandes Lojas que a UGLE entendeu não concordar ou aceitar, com razões que assim justifiquem e não foi capaz de acompanhar. Deixando de lado as razões de tais decisões (porque muitos anos já se passaram e deveríamos nos concentrar na realidade de hoje e oportunidades para o futuro), está claro que o que foi hoje apresentado foram interpretações dos mesmos princípios básicos de reconhecimento, de modos diferentes; alguns de nos precisa agir mais rapidamente do que os outros; muitos de nós provavelmente e até certo ponto não temos consultado os amigos antes de decidir que Grandes Lojas reconhecer ou da mesma forma ao romper um reconhecimento. As lições do passado indicam uma necessidade de melhores comunicações entre Grandes Lojas regulares e maior cautela “olhando bem antes de dar o passo”, o que é certamente o que tenho em mente ao aconselhar minha Grande Loja ao fazer qualquer mudança em suas relações internacionais.
Há com bastante freqüência, a proposta de alguma entidade internacional que aja como Câmara de compensação em questões de reconhecimento. Não penso que seja esse o caminho a seguir. Reconhecimento, não preciso de qualquer escusa ao repetir, é um acordo bilateral entre dois poderes soberanos que deve formular suas próprias questões e decisões. A comunicação é a chave e é a razão de ser da realização desta reunião informal anual. Nós, Grandes Secretários e Grandes Chanceleres devemos ser o canal para agregar e trocar informações, aconselhando nossas Grandes Lojas nos caminhos a serem seguidos nas relações internacionais. Não temos a necessidade de nenhuma Secretaria formal ou sub-comitê para controlar esse processo.
domingo, 20 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
O CAMINHO DA SABEDORIA – CONTO DO DIÁLOGO ENTRE MITRA E ZOROASTRO
sábado, 8 de maio de 2010
A Ânsia de Resultado
A Ânsia de Resultado se refere a um tipo de impedimento na expressão da Vontade pura.
Referências nos Escritos de Crowley
O termo "ânsia de resultado" primeiramente aparece no Capítulo I do Livro da Lei:
"Pois vontade pura, desembaraçada de propósito, livre da ânsia de resultado, é toda via perfeita." (AL I:44)
Em seu "Comentários sobre o Livro da Lei, Crowley discute tipicamente o conceito de “ânsia do resultado” junto com aquele da “finalidade".
Do Antigo Comentário (1913) no AL I:44:
Recomenda-se "não-fixar-se". Os estudantes compreenderão como na meditação a mente que se une à esperança do sucesso está tão amarrada como se estivesse atada a uma ideia de base material. É um vínculo e o objetivo é a liberdade.'"
Recomendo um estudo sério da palavra unassuaged (insatisfeita), a qual parece não muito inteligível. (Magical and Philosophical Commentaries, p.135)'"
Do Novo Comentário (1920) sobre AL I:44:
Este verso é melhor interpretado pela definição de “vontade pura” como a verdadeira expressão da Natureza, o movimento próprio as, ou inerente no, assunto em questão. É artificial termos algum fito em mira. O estudante é referido a Liber LXV, Cap. II, v. 24, e ao Tao Teh King. Isto se torna particularmente impor-tante em graus elevados. A gente não deve praticar Yoga, etc., a fim de conseguir Samadhi, como um garoto da escola ou um caixeiro de venda; mas por amor à coisa, como um artista.
"Desembaraçada" significa "sem seu gume perder fio por causa de", ou "sem ser embotada por". O estudante puro não pensa no resultado do exame.
Liber Cordis Cincti Serpente vel LXV, Capítulo II, v. 24, diz:
"E eu reclinei minha cabeça contra a Cabeça do Cisne, e ri-me, dizendo: Não há alegria inefável neste vôo sem fito? Não há cansaço e impaciência para quem quereria alcançar algum alvo?"
Ainda no mesmo Liber, Capítulo V, v. 51:
"Que o fracasso e dor não desencorajem os adoradores. As fundações da pirâmide foram lavradas na rocha viva antes do pôr-do-sol; chorou o rei na aurora porque a coroa da pirâmide ainda não havia sido lavrada na terra distante?"
Os comentários de Crowley no verso acima leem-se como se segue:
"O Adepto, aproximando seu pensamento ainda mais do Êxtase, ri, tanto de pura alegria quanto porque acha graça na absurda incongruidade de argumentos "razoáveis" dos quais ele está agora livre para sempre; e expressa a sua idéia assim: O livre exercício de nossa faculdades é pura alegria; se eu sentisse necessidade de alcançar algum objetivo, isto resultaria na dor do desejo, na tensão do esforço, e no medo de fracasso."
Em O Livro de Thoth, Crowley relaciona o 10 de paus com a ânsia de resultado:
"O todo da figura sugere opressão e repressão. É crueldade estúpida e obstinada da qual não há fuga. É uma Vontade que nada compreendeu além de seu propósito lânguido, sua "luxúria do resultado" e devorará a si mesma nas conflagrações que evocou"
O Livro de Thoth- O Taro, Aleister Crowley
Fonte: Ocultura
quarta-feira, 21 de abril de 2010
ORAÇÃO - MAHARIAN
Mas ser ousado em enfrentá-los.
Não me deixes suplicar para aquietar a minha dor,
Mas subjugá-la no coração.
Não me deixes procurar aliados no campo de batalha da Vida,
Mas encontrá-los na minha própria força.
Não me deixes ansiar angustiado de temor para ser salvo,
Mas com paciência esperar conquistar minha Libertação.”
SARVAMANGALAN
(Benção para Todos)
Maharian
quarta-feira, 14 de abril de 2010
PAZ PROFUNDA
PAZ PROFUNDA
Os buscadores iniciados nos mistérios da Ordem Rosacruz deparam-se, desde o início ou até mesmo antes de adentrarem à Senda Rosacruciana, com a frase: "A Paz Profunda", seja em suas monografias - onde o Mestre da Classe sempre as finaliza com "Com meus melhores de votos de Paz Profunda", seja ao entrar em contato com Frateres e Sorores (irmãos e irmãs) nomundo inteiro. Contudo, Paz Profunda não é apenas uma saudação, uma expressão, (ao menos não deve ser visto apenas como uma), usada por nós - Rosacruzes.
Cabe ressaltar que a Antiga e Mística Ordem Rosacruz (AMORC) é antes de tudo uma Escola de Luz, na qual os estudantes têm a oportunidade de se libertarem das trevas da ignorância e da superstição, com isso escapando ao jugo dos manipuladores de massas e opressores de todas as formas de expressão voltadas para o bem-estar geral, que se sublima, individualmente, na Paz Profunda, o estado almejado pelos Rosacruzes.
A Paz Profunda é o estado físico, mental e psíquico absolutamente harmônico, no qual a Lei da Dualidade já não pode se manifestar. Este estado configura o cerne das egrégoras da Ordem Rosacruz e de outras organizações fraternais empenhadas na evolução consciente, na expansão gradativa do poder de compreensão da verdadeira (e oculta) natureza da Luz, pois a Luz não veio das trevas, ela é um atributo do ser, pairando acima do reino da dualidade, longe do bem e do mal.
A Paz Profunda é o estado físico, mental e psíquico absolutamente harmônico, no qual a Lei da Dualidade já não pode se manifestar. Este estado configura o cerne das egrégoras da Ordem Rosacruz e de outras organizações fraternais empenhadas na evolução consciente, na expansão gradativa do poder de compreensão da verdadeira (e oculta) natureza da Luz, pois a Luz não veio das trevas, ela é um atributo do ser, pairando acima do reino da dualidade, longe do bem e do mal.
A Paz Profunda consiste no estado desejado por todos nós - estudantes Rosacruzes, e é a condição em que vivem os Mestres Ascensionados da Ordem Rosacruz Invisível (a Ordem Rosacruz Eterna, invisível - emanada continuamente pela Grande Fraternidade Branca, ligada deretamente à Grande Consciência Cósmica). Além disso, a Paz Profunda é o maior bem que pode ser alcançado por um místico, seja na vida dentro de seu corpo físico, seja na vida fora dele, é uma condição excelsa, um nível de autoconsciência sutil e ao mesmo tempo profundo - que não tem tempo nem espaço - que nele se confundem, criando círculos concêntricos de vibrações que atravessam todas os Planos da existência, acalenta e consola todos os seres, tirando-os - nem que seja momentâneamente - da aflição peculiar à matéria, na qual possam estar penando.
A Paz Profunda é a sensação nítida e inequívoca, a certeza absoluta, de se estar uno com o Todo, e saber que o Todo é uma grande Luz Eterna que não pode ser maculada por nada e que está em nós (no Deus de nosso coração). É um estado de consciência atingido mediante a abertura de portas de percepção para o Nirvana, para a Iluminação. É um nível metafísico de existência no qual, mergulhado por si próprio e imerso na sua própria virtude, em seu sanctum celestiam, o estudante Rosacruz pode, finalmente, assumir a condição de Rosacruz e nela se comprazer.
Por fim, a Paz Profunda é condição na qual um estudante da Senda Rosacruciana pode assumir sua condição de Rosacruz, na qual os véus dos mistério lhe são levantados. É o extremo oposto à morte, é onde começa a vida em todos os sentidos, emanada em todos os níveis. É a Paz Mental, o estado de iluminação da mente individual na qual ela se une à Grande Cosnciência Cósmica .
A Paz Profunda é a sensação nítida e inequívoca, a certeza absoluta, de se estar uno com o Todo, e saber que o Todo é uma grande Luz Eterna que não pode ser maculada por nada e que está em nós (no Deus de nosso coração). É um estado de consciência atingido mediante a abertura de portas de percepção para o Nirvana, para a Iluminação. É um nível metafísico de existência no qual, mergulhado por si próprio e imerso na sua própria virtude, em seu sanctum celestiam, o estudante Rosacruz pode, finalmente, assumir a condição de Rosacruz e nela se comprazer.
Por fim, a Paz Profunda é condição na qual um estudante da Senda Rosacruciana pode assumir sua condição de Rosacruz, na qual os véus dos mistério lhe são levantados. É o extremo oposto à morte, é onde começa a vida em todos os sentidos, emanada em todos os níveis. É a Paz Mental, o estado de iluminação da mente individual na qual ela se une à Grande Cosnciência Cósmica .
Fonte desconhecida, se souber entre em contato
sábado, 10 de abril de 2010
The Rose+Croix of the Orient
A. Identity
Who were the Rosicrucians of the Orient (or Brethren of the Orient or Asiatic Brethren)?
What is their relation (if any) with the Rosicrucians of the 17th century or with the modern rosicrucian orders?
We quote from the introduction of the famous "Sacramentaire du Rose+Croix" (their Theurgy manual published by the late Robert Ambelain, who -- according to an article by Marcel Roggemans -- was the leader of the Order):
E X C E R P T S
from the
I N T R O D U C T I O N
TO THE EDITION OF THE
SACRAMENTARY OF THE ROSE+CROIX
by
Robert Ambelain
Translated from the French by Theodoulos (c) 2001
THE ROSE+CROIX
A. About the Order
The reader that would like to study the history of the rosicrucian movement (the genuine one, of the 17th and 18th centuries, and not some modern american "recostitutions" /1), will be interested in reading the book by Sedir: History and Doctrine of the Rose+Croix. To this we will add the work by Wittemans: History of the Rose+Croix, the small book by Serge Hutin: History of the Rose+Croix, our study: Templars and Rose+Croix. Thus, the not initiated reader will be sufficiently informed about the subject.
/1: Nevertheless, these orders are good schools of occultism, and their members are adequately prepared to enter into the traditionalinitiatic orders. (Note by Ambelain).
Their program can be summarized like this:
treatment of the sick,
anonymous help to individuals, to societies and even states (when their cause was legitimate),
political action aiming at the establishment of a Universal State -- firstly European, then World-wide,
religious action aiming at the re-establishment of a cleansed Cristianity, that would be closer to its source and would abandon the common exoteric imagery,
the Reintrgration of Man anf of the Nature into their primitive state.
This program was entrusted to less mysterious (i.e. less secret) organizations, that were closer to the profane world. Among these movements we will mention Martinism and Free - Masonry. As strange may appear this affirmation of ours, it is a fact that the two branches of Free - Masonry -- the rationalist and the spiritualist -- cooperate for the achievement of the general program of the Rose+Croix, in the political and sociological level. Martinism, on the other hand, is entrusted with a particular task that is more occult and esoteric.
For the realization of their vast plan, that extents in several centuries, the Rose+Croix used all traditional occult knowledge:
Alchemy and Spagyry
Magic
Theurgy
Astrology
-- knowledge both natural and supernatural. Their doctrine combines the Christian Gnosis and the jewish Kabalah. Indeed, they are Christian Kabalists.
Their legendary founder, Christian Rosenkreutz, that allegedly lived in the 13th century in Germany, until now seems to "escape" every serious historic research. As a matter of fact, this name is a hieronyme , a sacred name.
In hebrew, roz (rosah) means "secrets"; rosen signifies "prince", while koroz means "herald". So, this name alludes to Keraziel, the "Herald of God", the Angel of Proclamation in the jewish angelology.
The name Rosenkreutz is German in appearence only; in fact, it is a name of ministry -- a transformation of the hebrew rosah koroz, which means "Herald of Secrets" or "Secret Herald". And this characterises perfectly the ministry or function of the Rose+Croix.
But what is this secret;
This name signifies God Himself in the esoteric scriptures: the Siphra Tzeniutha, the Talmud and the Holy Scripture, and particularly in the Book of Daniel (2.9) where it is stated that "God Himself is His Secret". So, Rosah Koroz is God's Herald, and the vehicle of Angel Keraziel.
We also observe thar Rosen means "Prince", which gives us a very similar signification: "Prince - Herald", Rosen Koroz.
Regarding the "Prince of the Royal Secret" in Free Masonry (Rite of Heredom and Scotish Rite), there is an evident relation with the primitive rosicrucian plan and its political realizations (...).
In the magazine "Initiation et Science" (1963, #57), Gerard Heym speaks about the Order of Asiatic Brothers or Knights of Saint John the Evangelist. This Order was re-organized in 1750 and then again in 1780; its See used to be in the city of Thessaloniki (Greece). This Order is none other than the Rosicrucian Brethren of the Orient.
Dr. Encausse (Papus) had received a lineage of them by a member of the Supreme Council of the Martinist Order, who himself had received a lineage in the city of Cairo (Egypt), before 1914. Inside Martinism of that era, no one else had such a lineage, not even Teder (Papus' successor).
We may state that the continent of Asia is completely irrelevant to this Order of esoteric chivalry. Actually, the letters ASIE reveal a quality; they constitute an abreviation or a seal. In fact, the Candidate -- on entering the Order -- received the ordination of Eques A Sancti Ioannis Evangelista (the initials are: EASIE).
(...)
B. Origins
In "Le Sanctuaire de Memphis" ("The Sanctuary of Memphis", published in 1849), Jacques - Etienne Marconis de Negre states the following, regarding the origin of this order.
(This is obviously the masonic tradition regarging the origin of the Rosicrucians of the Orient...).
E X C E R P T S
from
The Sanctuary of Memphis
by
Jacques - Etienne Marconis de Negre
Translated from the French by Theodoulos (c) 2001
... the Brethren of the Orient, whose founder was an Egyptian wise man, named Ormus, that had been converted to Christianity by Saint Marc. Ormus purified the doctrine of the Egyptians with the teachings of Christian religion.
Meanwhile, the Essenians and other Jews had founded an School of the Solomonic Science; this School was united to the one by Ormus.
Untill 1118, Ormus' disciples were the only depositories of the ancient Wisdom of Egypt (purified by Christianity), as well as of the Templar Science. These were known as Knights of Palestine or Rosicrucian Brethren of the Orient, that the (Masonic) Rite of Memphis regards as its immediate founders.
In 1150, eighty-one of them arrived at Sweden, having Garimont as their leader, and presented themselves to the archbishop of Upsala, to whom they bequeathed the heritage of Masonic knowledge. These eighty-one Masons established Free-Masonry in Europe.
After the death of Jacques de Molay, the Scottish Templars, apostats at the king's (Robert Bruce's) instigation, gathered under the standards of a new Order that this prince had instituted. The receptions in this Order were based in those of the Order of the Temple. Here is the origin of the Scottish Masoic Rite -- and of the other Masonic Rites as well.
The Scottish Templars were excommunicated by Larmenius in 1324.
This date agrees with the one given by Br. Chereau, regarding the separation of the Masons of Edimbourg with the Masons of Memphis: 1322, which is two years earlier.
The Masons of Memphis rested faithful to the ancient traditions; the others founded a new Rite, called Rite of Heredom de Kilwinning or of Scotland.
Thus, from the late 14th century, two Rites exist: the Rite of Memphis or of the Orient and the Scottish one. Both continue to attract followers all over Europe.
(...)
However, this is not the only tradition regarding the origins of the Order.
Mark Stavish, in his book "Kabbalah and the Hermetic Tradition", writes:
Claiming connection with an ancient Order of a 'Rosicrucian character', dating back to 1643, and having Heinrich Khunrath, Alexander Sethon, Sendivogius, and Boehme among its ranks, the Society of Unknown Philosophers also linked itself to "Les Freres d' Orient" created in Constantinople in 1090. The teachings of this society were conveyed from teacher to disciple and their principle unifying form was the distinction of receiving "The Initiation" which gave them the right to be known as "Unknown Superiors" or "Superieurs Inconnus" or S.I. as it is written.
C. The Doctrine
According to R. Ambelain, the Doctrine of the Brethren of the Orient can be summarised in six points:
Points taken from the
I N T R O D U C T I O N of the
SACRAMENTARY OF THE ROSE+CROIX
by Robert Ambelain
1. Creation
God is Eternal, Infinite and Absolute, without any need; being Perfect, He is also infinitely Benign and Wise, as well as Almighty.
2. The preexistence of the Souls
3. The Temptation and the Original Sin
4. Redemption of Man
5. Redemption of Nature
6. The Apocatastasis or Final Reintegration
Fonte clique Aqui
Imagem: Nicolas Roerich
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Song for the Funeral... (MM)
I.
“Solemn strikes the funeral chime,
Notes of our departing time;
As we journey here below,
Through a pilgrimage of woe!”
Notes of our departing time;
As we journey here below,
Through a pilgrimage of woe!”
p. 118
II.
“Mortals, now indulge a tear,
For Mortality is here:
See how wide her trophies wave
O’er the slumbers of the grave!
For Mortality is here:
See how wide her trophies wave
O’er the slumbers of the grave!
III.
“Here another guest we bring.
Seraphs of celestial wing,
To our funeral altar come:
Waft this friend and brother home.
Seraphs of celestial wing,
To our funeral altar come:
Waft this friend and brother home.
IV.
“Lord of all! below–above–
Fill our hearts with truth and love;
When dissolves our earthly tie,
Fill our hearts with truth and love;
When dissolves our earthly tie,
Take us to thy Lodge on High.”
O PANTÁCULO
A Cabala fonética que autoriza a mudar as vogais permitia ocultar aos olhos do profano a verdadeira natureza dos símbolos dos iniciados.
Também, numerosos Martinistas, para despistar curiosos, empregavam freqüentemente em seus escritos o termo "pentáculo" com um "e” no lugar de "a". Podemos observar que estas duas ortografias implicam compreensões muito diferentes, a primeira está muito distante do significado profundo de nosso símbolo.
Sem dúvida é a uma ortografia diferente que convém relacionar a palavra "Pantáculo" que se escreve com "a". Neste caso provém do grego "Panta", que significa "o todo". Segundo o Martinista Adolphe Desbarolles, "Pantáculo" provém de "Pantaculum", que significa "o que contém todas as coisas”.
Segundo Papus, o Pantáculo é um esquema do todo e resume em um único símbolo um número de conhecimentos relacionados com as leis e princípios que regem o universo. Para Stanislas de Guaita, um Pantáculo é o resumo hieroglífico de toda uma doutrina. Não encontraremos esta palavra nos dicionários comuns, já que se trata de neologismo próprio da Tradição Martinista.
- AMORC-GLP
terça-feira, 30 de março de 2010
A CONCENTRAÇÃO SEM ESFORÇO
“Aprendei primeiro a concentração sem esforço; transformai o trabalho em jogo; fazei com que o jugo que aceitastes seja suave e que o fardo que carregais seja leve”.
A concentração sem esforço é a capacidade de concentrar num ponto mínimo o máximo de força. A arte da concentração. Só é possível ao preço e com a condição da tranqüilidade e do silêncio do automatismo do intelecto e da imaginação. A concentração é o silêncio voluntário do automatismo intelectual e imaginário.
A verdadeira concentração é ato livre na luz e na paz e pressupõe vontade desinteressada e desapegada. Porque o fator determinante e decisivo da concentração é o estado da vontade. Suprimir as oscilações da substância mental.
A lemniscata é o símbolo não só do infinito, mas também do ritmo, da respiração e da circulação, ela é o símbolo do ritmo eterno ou da eternidade do ritmo.
Já bebestes do silêncio alguma vez? Se sim, sabereis o que é a concentração sem esforço. Porque a zona de silencio, não significa só que a alma, no fundo, está em paz, mas também e mais ainda que ela está em contato com o céu ou com o mundo espiritual, que trabalha com ela. Porque o silêncio é o sinal do contato real com o mundo espiritual, é esse o fundamento de toda mística, de toda gnose, de toda magia e de todo esoterismo pratico em geral.
Quem quiser praticar alguma formula do esoterismo autêntico – seja a mística, seja a gnose, seja a magia – deve ser mago, concentrado sem esforço, movendo-se com despreocupação como se estivesse brincando e agindo com calma perfeita. “Em verdade vos digo: aquele que não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele”.
Mago é o arcano da genialidade intelectual e cordial, é o arcano do ato puro da inteligência. Uma inteligência esclarecida pelo estudo, uma audácia que nada faz parar, uma vontade que nada quebra e uma discrição que nada pode corromper ou embebedar.
Conhecimento de si mesmo, criação de si mesmo. Aleph é o princípio ativo de todas as coisas. O Mago OUSA.
O MAGO é o criador de si mesmo, do seu microcosmo, é o Aleph, a ciência o verbo em ação. O mago para criar a si mesmo precisa tomar ciência de sua natureza, CONSCIENCIA. Isso requer que tenha concentração em si. Deve ousar querer conhecer a si próprio pela sua vontade colocando-a em ação. Consciência de si é conhecer sua missão e com sua imaginação atingir sua meta. Aceitar o que lhe deve e fazer o melhor possível. Concentrar sem esforço é fazer aquilo que esta a sua frente.
Algumas palavras chaves: "Decifra-me ou devoro-te" - Natureza humana - Equilíbrio, conduta impecável. Domínio da vontade sobre os 4 elementos. Trabalho de si sobre os 4 elementos e os 4 temperamentos.
Conhecer através da concentração sem esforço em si próprio, sua natureza, dominar em si os 4 elementos e conquistar o 5º. Equilibrar através de uma conduta impecável. O domínio de si, da natureza trina do homem sob os 4 elementos que sucede na INICIAÇÃO. 3+4 = 7 "O Carro". Em suma o processo de transformação.
Por: Bhogan - http://rosacruzes.blogspot.com
Por: Bhogan - http://rosacruzes.blogspot.com
.·.
sexta-feira, 26 de março de 2010
FRANCISCO VALDOMIRO LORENZ
Neste artigo vamos homenagear nosso Venerável e saudoso Irmão Francisco Valdomiro Lorenz. Nascido na Boêmia, província da Tchecoslováquia, o seu nome original era Frantisek Vladimir Lorec. Ainda jovem revelara-se um fenômeno das línguas e do Esperanto. Seu primeiro livro foi publicado em 1890, na Boêmia, em esperanto, quando tinha apenas 18 anos de idade.
Após emigrar para o Brasil aportuguesou o seu nome, e fixou residencia em Dom Feliciano, na época, distrito de Encruzilhada do Sul, Estado do Rio Grande do Sul.
Entretanto a fim de trazer a luz quem foi o nosso caro Francisco Valdomiro Lorenz, decidimos rememorar suas próprias palavras, com seus ensinamentos repletos da mais pura espiritualidade:
“O Espiritualista crê na Grande União que existe entre o Visível ou Manifestado e o Invisível, ou Imanifesto. ...O Visível ou Fenomenal é a consequência do Invisível ou Ideal. Assim como o arquiteto, antes de construir uma casa, forma primeiro na sua mente a imagem, o projeto, a planta dessa futura casa, tudo o que existe materialmente é o resultado da Idéia ou do Ideal, que é mental.” Fragmento extraído do artigo, “Que é o Espiritualismo?”, revista “O Pensamento” 1935.
A seguir transcrevemos um texto publicado no editorial da revista “O Pensamento” de 1957 por ocasião de sua morte:
"No dia 24 de maio deste ano(1957), faleceu em Porto Alegre o nosso dileto Francisco Valdomiro Lorenz.
Consternados pelo desaparecimento do venerável irmão, que sempre honrou as páginas da nossa revista com sua constante e valiosa colaboração, resta-nos, contudo a íntima satisfação de sabe-lo livre dos entraves da matéria, para ainda mais progredir nos planos invisíveis.
Verdadeiro apostolo do Esoterismo, desde a fundação do Círculo Esotérico, o culto e incansável Valdomiro Lorenz, nomeado Delegado Geral do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento no estado do Rio Grande do Sul, pelo saudoso patrono A. O. Rodrigues, jamais mediu esforços e sacrifícios para bem alto colocar os princípios da nossa doutrina.
Todos os filiados do Círculo Esotérico, desde o manuseio e o estudo da nossa série de Instruções foram guiados pelas sábias lições desse grande corifeu, através dos velhos “Diálogos Iniciáticos”, que sempre fizeram parte integral dos ensinamentos de nossa Ordem.
Figura de considerável relevo dentro do Esoterismo, doutor em Cabala, notável filólogo, fez parte de várias sociedades ocultas da Europa e da América, entre as quais o Grupo Independente de Estudos Esotéricos (GIDEE), em cujo setor disseminou a mancheias, como entre nós, os frutos do seu saber.
Escritor de vastos recursos legou-nos inúmeras obras entre as quais destacamos: O Filho de Zanoni – Diálogos Iniciáticos – Contos e Apólogos – Noções Elementares de Cabala – Receituário dos Melhores Remédios Caseiros – Homeopatia Doméstica Brasileira – Elementos de Quiromancia – A Sorte Revelada pelo Horóscopo Cabalístico – No Jardim da Alma – Pequeno Consultório Hermético – Moisés e Siphorah – Estenografia Ideal – Krishna, o Salvador da Índia – Chamas de Ódio e a Luz do Puro Amor – Iniciação Linguística etc.
Poliglota, revela-se admirável em sua obra Iniciação Linguística, verdadeiro trabalho de erudição e paciência, onde vamos encontrar, entre outras jóias do seu saber, o versículo 16 do 3º Capítulo do Evangelho de São João, traduzido em 70 idiomas!
Em todas as suas obras, Valdomiro Lorenz sempre se destacou pela propriedade do seu estilo, simplicidade e a beleza dos seus conceitos. É por isso que esta Revista e o Almanaque muito lhe devem pelo prestígio conquistado, tendo este nosso anuário se enriquecido com sua colaboração, nas seções de Agricultura e Pecuária, Astrologia etc.
Pensador honrado, culto e ilustre dedicou a sua pena à mais ampla difusão dos nossos princípios, batalhando pelo progresso do Círculo Esotérico, que ele tanto amou. Por isso, mais do que um apóstolo, foi um verdadeiro mestre do ideal esoterista, ao qual se consagrou de corpo e alma, até os últimos instantes de sua fecunda e laboriosa peregrinação terrestre. Suas conferências e seus ensinamentos ungidos do mais profundo sentimento de fraternidade humana jamais desaparecerão da nossa lembrança.
Por paradoxal que pareça, jamais trocou um aperto de mão com A. O. Rodrigues, o fundador da nossa Ordem. Correspondências epistolares constituíram o elo de ligação entre os dois predestinados, que jamais se conheceram pessoalmente. Todavia, sempre se uniram espiritualmente como, sem duvida, estão agora, mais do que nunca.
Notável astrólogo, em uma carta particular dirigida a A. O. Rodrigues, revelara-lhe notáveis predições sobre o destino de nossa Ordem, inclusive o desenlace do patrono-fundador, o que ocorreu com precisão matemática.
Admirado querido e respeitado por todos os esoteristas, foi o seu nome declinado com profundo carinho e simpatia na Sessão branca realizada em sua homenagem no salão nobre da nossa ordem, na noite de 3 de junho de 1975, onde o Sr. Gervásio de Figueiredo, Presidente do Supremo Conselho, perante a numerosa assistência que ali acorreu, expôs os traços biográficos do ilustre extinto, realçando a sua longa, sincera e fecunda atuação no seio da nossa Ordem.
Nascido a 24 de dezembro de 1872, Valdomiro Lorenz desencarnou com 85 anos de idade, tendo se filiado ao Círculo Esotérico aos 7 de maio de 1910, isto é, 10 meses e 10 dias após a fundação do mesmo.
Saudosos, porém, serenos e conformados, em consonância com os nossos princípios, aqui expressamos os nossos mais ardentes votos para que seu espírito, agora mais liberto, ingresse gloriosamente nos planos superiores, onde colherá os frutos da sua dignificante jornada neste planeta e continuará a iluminar as mentes dos que lutam pelo progresso e o adiantamento moral da humanidade.” Extraído da revista “O Pensamento” de Junho de 1957.
Terminamos esta breve homenagem transcrevendo mais algumas palavras de Francisco Valdomiro Lorenz em um ensinamento de importância capital para todos os que buscam o caminho do espírito:
““O domínio de si em relação ao mental é o domínio sobre os pensamentos. Na mente sem controle, os pensamentos vem e vão, inquietando o homem. É difícil dominar a mente, porque, como diz Arjuna, no “Bhagavad Gita”(parte VI, versículos 33 e 34): “a mente e o coração são instáveis, inquietos, turbulentos, vacilantes, obstinados e insubmissos a vontade; parece que dominar o coração ou a mente em suas inclinações é tão difícil, como reter o próprio vento”. Krishna, porém, responde: “Tens razão, dizendo que é difícil dominar a mente, porque é instável e inclina-se ora a um, ora a outro objeto; entretanto, quem fortaleceu a sua vontade por meio de exercícios e disciplina, pode ser senhor do seu coração, senhor de sua mente."
Estes exercícios são os de concentração e meditação. Por meio deles, vence-se a insubmissão mental, e o discípulo não pensa o que lhe vem a mente, mas aquilo que ele quer.” Fragmento extraído do artigo, “O Caminho à Liberdade Espiritual”, revista “O Pensamento” Maio de 1935.
Fonte: clique aqui
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