
domingo, 16 de agosto de 2009
CARMA

Carma ou karma (do sânscrito कर्म, transl. Karmam, e em pali, Kamma, "ação") é um termo de uso religioso dentro das doutrinas budista, hinduísta e jainista, adotado posteriormente também pela Teosofia, pelo espiritismo e por um subgrupo significativo do movimento New Age, para expressar um conjunto de ações dos homens e suas consequências. Este termo, na física, é equivalente a lei: "Para toda ação existe uma reação de força equivalente em sentido contrário". Neste caso, para toda ação tomada pelo Homem ele pode esperar uma reação. Se praticou o mal então receberá de volta um mal em intensidade equivalente ao mal causado. Se praticou o bem então receberá de volta um bem em intensidade equivalente ao bem causado. Dependendo da doutrina e dos dogmas da religião discutida, este termo pode parecer diferente, porém sua essência sempre foca as ações e suas consequências.
Budismo
No budismo, Kamma ou Karma é a palavra para "acto" ou "acção", e nesse sentido usa-se a palavra em textos mais antigos para ilustrar a importância de desenvolver atitudes e intenções correctas. Considera-se que por gerar carma os seres encontram-se presos ao samsara, e portanto a última meta da prática budista é extinguir o carma.
Esoterismo
Alguns movimentos esotéricos costumam falar em karma no sentido de "conjunto de deméritos acumulados" e em dharma como "conjunto de méritos acumulados" (portanto o contrário de karma). Essa terminologia não é consistente com o uso tradicional das religiões orientais, principalmente porque Dharma significa ensinamento ou verdade em vez de mérito ou virtude. Outros adotam um conceito semelhante ao do Espiritismo.
Espiritismo
Na visão espírita cada ser humano é um espírito imortal encarnado que herda as conseqüências boas ou más de suas encarnações anteriores. Embora Allan Kardec não tenha usado em momento algum a palavra "karma" ou qualquer de suas variações, esta veio a ser mais tarde incorporada ao jargão espírita por alguns espíritas, para designar o nível de evolução espiritual de cada indivíduo, ao qual se devem as circunstâncias favoráveis ou desfavoráveis que venha a encontrar. No entanto, para explicar isto o espiritismo apresenta um conceito mais abrangente: a lei de causa e efeito. Enquanto que normalmente o conceito de karma sugere uma dívida a ser resgatada, a lei de causa e efeito nos apresenta a idéia de que o futuro depende das ações e decisões do presente. Uma causa positiva gera uma efeito positivo, enquanto que uma causa negativa gera um efeito igualmente negativo.
Carma Yoga
Carma-ioga (sânscrito कर्म योग, transl. Karma Yoga) é a integração (ioga) pela dedicação de todas as ações e seus frutos à divindade. É a execução da ação em união com a parte divina interior, ficando distanciado dos resultados, e mantendo o equilíbrio seja em face do sucesso ou do fracasso.
Segundo Swami Shivananda, a carma-ioga é o serviço desinteressado para a humanidade. É a ioga da ação que prepara o antahkarana(coração e mente) para receber a Luz Divina, ou Conhecimento do Si-Mesmo.
A ação prende a pessoa ao mundo fenomênico (samsara) quando é ditada pelo ego, quando está inbuída do senso de fazer-e-receber. Então ela é karma bindu, a pessoa se liga à ação. Mas quando a ação é desinteressada, sem se esperar frutos, ela é libertadora. Então, o carma se torna carma-ioga.
A prática da ação sem esperar por seus frutos liberta do medo e do pesar. O praticante de Karma Yoga deve se libertar da ambição, do desejo, da raiva e do egoísmo. Deve ter um grande coração, amar a sociedade com os homens de todos os tipos. Ao praticar a carma-ioga, essas qualidades vão se tornando parte da pessoa.
Gandhi (Mohandas Karamchand Gandhi - 1869/1948) criou o princípio de satyagraha, ou de resistência pacífica (política de não-violência) a partir da carma-ioga citado no Bhagavad Gita, onde Sri Krishna ensina a Arjuna, príncipe-guerreiro pandava, sobre ioga e samkhya.
Fonte: wikipedia
sexta-feira, 31 de julho de 2009
AS "LANDMARKS" DO MARTINISMO

O propósito deste artigo é examinar as “Landmarks” dos Martinismo, os elementos particulares do Martinismo no qual todos os membros individualmente, e todas as Ordens Martinistas coletivamente, podem concordar. Maçonicamente, “Landmarks” são aqueles conceitos que definem Maçonaria, e o que não é Maçom.
Um grande compromisso tem sido firmado exatamente nesses itens que nos separam. Não somos filhos de UM mesmo Pai? Não somos Irmãos e Irmãs de UMA mesma família Iniciática?
9) O Uso das três roupas, preta, vermelha e braca.
terça-feira, 28 de julho de 2009
FRATERNIDADE ROSACRUZ - MAX HEINDEL
A Fraternidade Rosacruz é uma organização de místicos cristãos compostas por homens e mulheres que estudam a Filosofia Rosacruz segundo as diretrizes apresentadas no Conceito Rosacruz do Cosmos. Tal Filosofia é conhecida como os Ensinamentos da Sabedoria Ocidental e estabelece uma ponte entre a ciencia e a religião.Seus estudantes estão espalhados por todo o mundo; mas sua Sede Internacional está localizada em Oceanside, California, E.U.A.
A Fraternidade Rosacruz foi fundada durante o verão e outono de 1909, após um ciclo de conferências proferido por Max Heindel em Seattle. Um Centro de Estudos foi formado e a Sede da Fraternidade se localizou temporariamente naquela cidade. Providencias foram tomadas para a publicação do Conceito Rosacruz do Cosmos. Com a publicação deste trabalho a Fraternidade Rosacruz foi definitivamente estabelecida.
O Conceito Rosacruz do Cosmos de Max Heindel está disponível para leitura online - click aqui
No Rio de Janeiro, a Fraternidade Rosacruz, a conselho da Sra. Augusta Foss Heindel, foi estabelecida pela Sra. Irene Gómez de Ruggiero, sendo atualmente dirigida pelo Irmão Probacionista Roberto Gomes da Costa a frente de um Conselho Diretor.
A Fraternidade Rosacruz Max Heindel não é uma seita ou organização religiosa, mas sim uma grande Escola de Pensamento. Sua finalidade precípua é divulgar a admirável filosofia dos Rosacruzes, tal como ela foi transmitida ao mundo por Max Heindel, escolhido para esse fim pelos Irmãos Maiores da Ordem Espiritual. Seus ensinamentos projetam luz sobre o lado científico e o aspecto espiritual dos problemas relacionados à origem e evolução do homem e do Universo. Tais ensinamentos, contudo, não constituem um fim em si mesmo, mas um meio para o ser humano tornar-se melhor em todos os sentidos, desenvolvendo assim o sentimento de altruísmo e do dever, para o estabelecimento da Fraternidade Universal.
O fim a que se destina a Filosofia Rosacruz é despertar a humanidade para o conhecimento das Leis Divinas, que conduzem toda a evolução do homem, e, ainda: (I) explicar as fontes ocultas da vida. O homem, conhecendo as forças que trabalham dentro de si mesmo, pode fazer melhor uso de suas qualidades; (II) ensinar o objetivo da evolução, o que habilita o homem para trabalhar em harmonia com o Plano Divino e desenvolver suas próprias possibilidades, ainda desconhecidas para grande parte da humanidade; (III) mostrar as razões pelas quais o Serviço amoroso e desinteressado ao próximo é o caminho mais curto e mais seguro para a expansão da consciência espiritual.
Foram publicados livros e organizados Cursos por Correspondência para os aspirantes que desejam estudar as verdades espirituais, mas como auxílio e não como fim em si mesmo, pois o estudo, em si só, não basta. A teoria precisa da experiência, obtida mediante a prática, para ser desenvolvida em sabedoria e poder. E, precisamente, a Fraternidade Rosacruz destina-se a prestar a orientação necessária aos aspirantes, para se chegar à aplicação da Lei Espitual na solução dos problemas individuais e coletivos.
O Movimento Rosacruz, publica e mundialmente iniciado pelo engenheiro Max Heindel, é fundamentalmente uma Escola de reforma interna para a humanidade, uma Escola de desenvolvimento e expansão de consciência, tratando de nossa origem espiritual e da finalidade de nossa evolução.
Website da F.R.C.M.H.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
FRATERNITAS ROSICRUCIANA ANTIQUA - F.R.A.

A Fraternitas Rosicruciama Antiqua (FRA) é uma instituição espiritualista, mística, eclética e cristã.
Os membros da FRA se reúnem periodicamente com a finalidade de estudar, participar de rituais e confraternizar-se. Para aqueles que desejam ingressar na FRA mas estão impossibilitados de comparecer ao nosso local de encontro, mantemos uma sistemática de auto-treinamento e desenvolvimento do estudante, à distância, através de cursos por correspondência.
Estamos localizados na cidade do Rio de Janeiro, numa aprazível sede própria, destinada a trabalhos espirituais, e também onde concentramos atividades administrativas.
No Brasil, fundou-se a FRA a 27 de fevereiro de 1933, em São Paulo e em 27 de julho do mesmo ano no Rio de Janeiro - então capital do país.Foi a irmã Raquel Prado, ilustre escritora, iniciada em São Paulo, que estando no Rio de Janeiro, procurou pelo seu amigo, o Dr. Domingos Magarinos, com quem firmou a idéia de trazer o Mestre Cambareri - discípulo e representante do Soberano Grã Comendador Dr. Krumm-Heller - ao Rio para aqui fundar outro Ramo da FRA. Cambareri trouxe de São Paulo o irmão Joaquim Soares de Oliveira para secretariar a ata de fundação.
Ainda moço, viajou ao México onde tinha familiares, por parte de mãe. Estudou Ciências Naturais e Medicina na Alemanha, França, Suíça e México, onde mais tarde, como Coronel Médico, serviu no Exército do Presidente Madero, e recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Mexicana.
Casou-se no Chile, onde viveu por algum tempo.
Quando sua genitora faleceu, buscou lenitivo no seio do Espiritismo, e tal foi seu entusiasmo que fundou uma revista para difundir a doutrina. Essa revista lhe trouxe contato com publicações esotéricas. Deixou o espiritismo, suspendeu a publicação da revista e buscou novos conhecimentos com os Mestres do Velho Mundo. Pertenceu a várias Ordens, obteve os mais altos graus da Maçonaria, inclusive a de Memphis-Misrain, e reorganizou a Fraternidade Rosa-Cruz inicialmente na Espanha e após na Alemanha.
Krumm-Heller visitou o nosso país em 1936, quando consolidou a instalação da Ecclesia Gnostica. Realizou missa, três casamentos e sagrou o Comendador Thurizar com o título de Bispo Gnóstico. Pronunciou várias conferências científicas, sempre com os anfiteatros cheios. Faleceu em Berlim, em 19/05/1949. Deixou muitos trabalhos escritos e livros publicados em vários idiomas.A Obra do Mestre tem contribuído para a evolução consciente da Humanidade, com Templos espalhados pelo mundo.
No Brasil, são mais de 70 anos de atividades ininterruptas, especialmente nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Maranhão.
Assim sendo, como parte integrante deste conjunto de estudos, nos deparamos com o estudo da constituição visível e invisível do ser humano, com o entendimento das múltiplas existências (Reencarnação), com as Leis Divinas que regem a vida humana, citando como exemplos a Lei do Carma, a Lei das Polaridades e as demais Leis que regem a constituição do Macrocosmo e do Microcosmo.
Diz o Mestre Huiracocha que a Bíblia é uma das obras iniciáticas mais perfeitas, ao estudo da qual devem dedicar-se os estudantes de ocultismo. É preciso, contudo, saber ler e compreender, pois mesmo teólogos dela não tiram o necessário proveito...
Todos os Mistérios e ensinamentos do passado encontram-se de modo grandioso na Bíblia Cristã, sobretudo na parte que denominamos de Apocalipse de São João, no qual se fala do Reino de Deus, do Pleroma dos gnósticos...
A Pistis Sophia, a Bíblia gnóstica é outra fonte indispensável de conhecimentos...
A Ciência Oculta é o nosso saber e a Alquimia nossa fonte perene.
A palavra Alquimia se deriva da língua egípcia, e significa “prepara o negro”.
O “negro” se refere à substância Universal. Os alquimistaas preparavam o pó que alguns dizem ser vermelho, Cagliostro o descreveu com essa cor, e outros o apresentam como negro. A que preparava Huiracocha era escuro. Assim como é em cima, é em embaixo.
Este é o principio hermético fundamental para os rosacruzes. Assim como se forma a célula, se forma o homem e assim como se forma o homem, se forma o Universo.
ORDEM ROSACRUZ, A.M.O.R.C.
Conhecendo a AMORC
OS ROSACRUZES ACREDITAM EM DEUS? CASO AFIRMATIVO, QUAL É A CONCEPÇÃO QUE FAZEM DELE?
Deus é a Inteligência Absoluta que criou tudo o que existe nos planos visível e invisível. Não é um ser antropomórfico, limitado por forma humana, ou outra, mas uma Essência que se difunde e anima toda e cada parte da Criação. Por entender que cada pessoa concebe Deus de seu jeito, a AMORC refere-se ao “Deus do meu coração”, ao “Deus da minha compreensão”.
HÁ LIGAÇÕES ENTRE A AMORC E A MAÇONARIA?
As duas Organizações são totalmente independentes, guardando entre si um relacionamento fraternal e de mútuo respeito.
OS ROSACRUZES TÊM “GURUS”?
A AMORC não tem nenhum guru, mestre ou líder autoproclamado. Tanto o Imperator como os Grandes Mestres, bem como todos os demais Oficiais da Ordem, são eleitos e servem de forma impessoal à Organização.
QUE SIGNIFICA O TÍTULO DE “IMPERATOR”?
Na AMORC é o nome tradicional do Dirigente executivo, ou Presidente, da Ordem e não tem conotação militar, monárquica ou política, apenas iniciática.
Da mesma forma que o título de “Imperator”, este é um título iniciático e na AMORC designa o responsável por uma jurisdição, eleito por um mandato renovável de cinco anos.
O QUE É MISTICISMO?
A palavra misticismo vem do grego musticos e significa “estudo dos mistérios da vida”.
Na AMORC é o estudo das leis que regem o universo e a aplicação destas mesmas leis nos níveis físico, mental e espiritual. Misticismo é o caminho que permite ao homem reconciliar-se com Deus, com a Natureza e consigo mesmo.
EM QUE O MISTICISMO ROSACRUZ PODE SER ÚTIL NA VIDA COTIDIANA?
Como dissemos acima, o Misticismo Rosacruz traduz-se no estudo e na aplicação das leis divinas na vida diária. Como o prova a experiência milenar da AMORC, é a aplicação dessas leis que permite o ser humano ser mais feliz, seja nos negócios, na saúde, na família e em qualquer campo da vida humana. O Rosacruz é uma pessoa prática, não um sonhador. Nada está incluído nos Ensinamentos da AMORC que não seja aplicável e não produza resultados benéficos.
O QUE A AMORC PENSA DA ASTROLOGIA?
Os Rosacruzes consideram a Astrologia uma arte, mas não uma ciência. A Ordem Rosacruz não ensina Astrologia e não a considera indispensável para o autoconhecimento, embora reconheça que ela possa prestar esclarecimentos úteis à vida da pessoa.
Nenhum modo de vida especial (vegetarianismo, celibato, ascetismo etc.) é requerido pelo Estudo Rosacruz. A Ordem recomenda, contudo, que seja dedicada uma hora semanal aos Ensinamentos e que seja feito um esforço para aplicá-los na vida diária, tal como ela é.
A AMORC ENSINA “VIAGEM ASTRAL” E REENCARNAÇÃO?
No caso da “viagem astral”, a Ordem chama este fenômeno natural de projeção psíquica e o aborda em um estágio de seus Estudos. Quanto à Reencarnação, a AMORC também a aborda em seus Ensinamentos, discordando, contudo, da metempsicose, a concepção de que se pode regredir a estágios inferiores de existência, como o animal.
EM QUE IDADE UMA PESSOA PODE TORNAR-SE MEMBRO DA AMORC?
A partir de 16 anos qualquer pessoa pode solicitar admissão na Ordem. Contudo, a AMORC, conforme explicado neste Domínio, possui uma seção destinada a menores de 16 anos – a Ordem Rosacruz Juvenil –, que possui Ensinamentos especialmente adaptados para o público mais jovem.
DECLARAÇÃO ROSACRUZ DOS DEVERES DO HOMEM

Desde que os homens tomaram consciência da necessidade de viverem em sociedades organizadas eles criaram diversas formas de governo para assegurarem o seu funcionamento.
Artigo 3: Todo indivíduo tem o dever de respeitar os outros, sem distinção de raça, sexo, religião, classe social, comunidade ou qualquer outro elemento aparentemente distintivo.
Artigo 9 : Todo indivíduo tem o dever de prestar assistência a quem quer que esteja em perigo, seja intervindo diretamente, seja fazendo o que for necessário para que as pessoas habilitadas a intervir o façam.
Se todos os indivíduos cumprissem estes deveres fundamentais, haveria poucos direitos a reivindicar, pois cada qual se beneficiaria do respeito que lhe é devido e poderia viver feliz na sociedade. Por isto toda democracia não deve se limitar a promover um “estado de direitos”, caso em que o equilíbrio evocado no Prólogo não pode ser mantido. É imperativo também que ela preconize um “estado de deveres”, a fim de que todo cidadão expresse em seu comportamento aquilo que o Homem tem de melhor em si. Só apoiando-se nesses dois pilares é que a civilização poderá assumir plenamente seu status de humanidade.
domingo, 26 de julho de 2009
MANIFESTAÇÕES DA ORDEM MARTINISTA
Por: Milko Bogaard version 1.2. February 2005
Abaixo é uma lista das diferentes Ordens Martinistas fundadas após a morte de Papus em 1916. A origem dessa lista pode ser encontrado no excelente site do Fr. Marcel Roggeman's "Geschiedenis van de occulte en mystieke broederschappen", ricamente alimentado com material pertencente a ele.
1916 Ordre Martiniste-Martinéziste/ L’Ordre Martiniste de Lyon
1918 (1921) Ordre Martiniste et Synarchique
1931 Ordre Martiniste Traditionnel
1943 Ordre Martiniste des Elus Cohens/Ordre Martiniste Rectifié
1952 Ordre Martiniste de Papus
1958 Fédération des Ordres Martinistes
1960 Ordre Martiniste ( L’Ordre Martinist de Paris )
1968 Ordre Martiniste de Belgique
1968 (1975) Martinisten Orde der Nederlanden / O*M* des Pays-Bas
1968 Ordre Martiniste Initiatique
1971 Ordre Martiniste des Chevaliers du Christ O*M*C*C*
1975-1980 Hermetic Order of Martinists (U.K.)
1977 De Martinisten Orde der Nederlanden in België / O*M* des Pay-Bas in Belgium
Ordre des Chevaliers Martinistes
1982 Rose+Croix Martinist Order ( Ontario, Canada )
1989 Ordre Martiniste Hermétique de Belgique
1990 Traditional Martinist Order of the U.S.A. Inc.
1991 British Martinist Order
Rose+Croix Martinist Order ( Colorado, U.S.A. )
Cadre Vert ( Belgium )
Martinist Order of the Temple +M*O*T+
1996 (?) Ordre Martiniste S:::I::: / O*M* de Luxembourg
Ancient Martinist Order
Theurgical Martinist Order
Ordre Reaux Croix
Grand Chapitre Martiniste ( Grand Prieuré des Gaules )
?? Ordre des chevaliers Francs-maçons Elus Coens de l'Universelle Fraternité 2004 Martinist Order of New Zealand
2005 Ordre Chevaleresque De Martinist
French independent Martinist Schools and Institutes
L'Institut Eléazar1992 C.I.R.E.M. Centre International de Recherches et d'Etudes Martiniste
ITÁLIA
Ordine Martinista Napolitano
Ordine Martinista
Ordine Martinista Antico
Ordine Martinista Universali
Ordre Souverain des Chevaliers Martinistes et Elus Cohen de L’Univers
Ordine Martinista Ermetico
Ordine Martinista Kremmerziano
Ordine Martinista Operativo Tradizionale
ESPANHA
Orden Martinista
Antigua Orden Martinista ( Jurisdicción Española )
AMÉRICA DO SUL: Brazil, Chile, Argentina
O.M. & S – Ordem Martinista e Synárquica
OM Brasileira – Ordem Martinista Brasileira
A.M.O. – Antiga Ordem Martinista
O.M.C.C. (Brazil) – Ordem Martinista dos Cavaleiros de Cristo (Brasil) Orden Martinista Inicíata de ChileOrden Martinista / Orden de Templos Operativos.
.·.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
ELIPHAS LÉVI

Alphonse Louis Constant nasceu no dia 8 de fevereiro de 1810, no número 5 da rua des Fossés-Saint-Germain-des-Près (que depois se tornou rua de l'Anciene Comédie) em Paris, filho de Joseph Constant e Jeanne Agnes Beaucourt. Seu pai era sapateiro. Graças ao abade J. B. Hubault Malmaison, que havia organizado na sua paróquia, um colégio que dispensava gratuitamente o nível básico de instrução às crianças pobres, ele fez seus primeiros estudos. Depois entrou em 1825 no pequeno seminário Saint-Nicolas du Chardonnet, dirigido então pelo abade Irmão Colonna, que o teria orientado talvez já em direção ao estudo da magia.
Sua velha mãe enferma, que havia colocado todas as suas esperanças nele, ficou muito triste com a saída do filho do seminário e suicidou-se algumas semanas mais tarde asfixiando-se com os gazes do seu aquecedor a carvão. A. Constant, por um momento teve a idéia de entrar na Trapa(2), mas seus amigos conseguiram faze-lo desistir. Ele passou então, um ano num pensionato perto de Paris, depois acompanha um amigo comediante ambulante chamado Bailleul, numa turnê pela província.
As idéias utopistas e humanitárias da época o absorvem então inteiramente. Dois movimentos principalmente suscitaram de sua parte, profundas e longas meditações: O Santo-Simonismo e o Fourierismo.
Desde o “assunto” de A Bíblia da liberdade em 1841, A. Constant era impedido de expressar seu pensamento sendo negado a ele escrever para jornais. Por sugestão de Noémi ele se põe a fazer política. Ele colabora notadamente na A Democracia Pacífica e escreve um panfleto virulento, A voz da Miséria. No dia 3 de fevereiro de 1847, ele é condenado ainda a um ano de prisão e 1000 francos de multa. Sua mulher intercede por ela e o filho que ela espera junto aos ministérios e obtém finalmente a sua libertação no final de 6 meses. Madame Constant dá a luz em setembro de 1847 à uma menina, Marie. A pequena Marie morre em 1854 com a idade de 7 anos para grande desespero de A. Constant que a adorava.
Após três anos passados no boulevard de Montparnasse, ele vai morar no n° 19 Avenida do Maine, por volta de junho de 1857. O quarto ensolarado que ele decora aproveitando seus talentos de artista, verá os sete melhores anos de sua vida.
Nesse meio tempo, a senhorita Eugénie Chenevier e seu filho voltam a Paris e Eliphas diz que deseja se ocupar da criança. A mãe cede a esse desejo, mas um desentendimento acontece em 1867 por questões financeiras e ele não verá nem a mãe nem o filho até sua morte. Em 1861, ele publica A Chave dos Grandes Mistérios, última parte da trilogia começada com História da Magia e Dogma e Ritual da Alta Magia.
Em seguida a um longo discurso sobre os Mistérios da Iniciação que ele fez no mês seguinte, um irmão, o professor Geneval, querendo apresentar algumas observações sobre o que acabava de ser dito chocou-se aos protestos de Eliphas que se retirou e não apareceu mais na loja. As tentativas de Caubert para faze-lo voltar atrás nas sua decisão, no dia seguinte, não surtiram efeito. A loja Rosa do perfeito Silêncio ficará adormecida em 1885, mas não procuremos trazer nela, como Oswal Wirth, uma relação de causa e efeito.
Agradecimentos à M. Paul Chenevier, descendente direto de Eliphas Levi, pelo seu precioso complemento de informações:
Alphonse Chenevier (Xavier Henri Alphonse Chenevier), filho de Eugénie, não foi reconhecido pelo seu pai natural, e é então nascido de pai desconhecido, pelo cartório civil. Ele foi educado principalmente pelo seu tio (Pierre Lemaître, esposo da irmã de Eugénie), porque sua mãe para satisfazer suas necessidades e as de seu filho, foi trabalhar na Inglaterra como governanta e professora de francês; em 1860, ele passou 1 ano na casa de seu pai natural que se havia separado de sua mulher (Noémi Cadiot) há 7 anos (um ano antes da morte da filha deles, Marie, morte que afetou a saúde mental de Noémi).
Pierre Chenevier foi um aluno estudioso e brilhante. Ele passou em grandes concursos (Politécnica, Normal), e escolheu a Escola Normal de Matemáticas. Tornou-se professor e fez uma maravilhosa carreira, ensinou matemáticas especiais à Louis Le Grand bastante jovem e seus livros de cursos de matemáticas que tiveram um sucesso considerável nas livrarias escolares dos anos 30, foram tidos como de grande valor até o inicio dos anos 50. Tornou-se inspetor geral e foi apresentado antecipadamente à liberação por haver ocupado cargo técnico no Ministério da Educação Nacional sob Vichy. Ele morreu no dia 8 de novembro de 1977.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Valentin Tomberg
Valentin TombergNasceu no seio de uma família luterana em São Petesburgo, Rússia. Na adolescência inclinou-se ao Martinismo hermético de G.O.Mebes assim como a Teosofia e o misticismo ortodoxo ocidental. Sua mãe foi assassinada por saqueadores durante a revolução russa, a qual depois Valentin e seu pai deixaram rumo a Tallinn, Estonia onde Tomberg estudou línguas e religiões comparativas na Univerdade de Tartu. Como um jovem homem foi fortemente influenciado por Vladimir Soloviev e teve uma experiência pessoal da Sophia em uma Catedral na Holanda.
Em 1925 ele se afiliou a Sociedade Antroposófica, a qual sob auspícios palestrou na Holanda e Inglaterra e escreveu sobre sua compreensão da Bíblia, Antroposofia, e o Cristianismo Esotérico. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele abandona a Sociedade Antroposófica e em sua luta interna, converte-se ao catolicismo.
Em 1948 muda-se para a Inglaterra onde se torna tradutor da BBC e monitor de informações soviéticas durante a guerra fria, enquanto continua sua devoção em práticas meditativas, escrevendo suas inspirações esotéricas.
Em 1960 retira-se em Reading próximo ao Rio Thames. Morre durante suas férias em Majorca. Seu mais conhecido trabalho publicado póstumo é “Meditações sobre os 22 Arcanos do Tarot”, escrito anonimamente.
PARA SER UM VERDADEIRO MARTINISTA

Nosso Muito lembrado e Amado Irmão Dr. Gérard Encausse (Papus), traçou a síntese dos princípios fundamentais do Martinismo, para entregá-la à meditação dos Homens de Desejo que aspiram à Iniciação Martinista. Ainda Hoje constituem a doutrina fundamental da Ordem:
1º) - Escolher sempre um local onde a oração se pratique, qualquer que seja o culto.
2º) - Recordar que nem sempre os Verdadeiros Mestres são excessivamente aficionados aos livros e que colocam a sensibilidade e a humildade acima de toda ciência. Desconfiar dos Pontífices e dos homens que se dizem perfeitos.
3º) - Não alienar jamais a liberdade por um juramento que a prenda, provenha ele do clero ou de uma sociedade secreta; só Deus tem direito a receber um juramento de obediência passiva.
4º) - Recordar que todo poder invisível vem do Cristo, Deus encarnado através de todos os planos. No invisível, não ficar jamais em relação com um ser astral ou espiritual que não reconheça desta maneira Cristo. Não buscar a obtenção de "poderes", mas aguardar que o Céu decida se sois dignos deles.
5º) - Não julgar as ações dos outros e não condenar o próximo. Todo espiritualista, em razão das provas que a vida vai colocando em seu caminho por causa dos sofrimentos que deve enfrentar ou em virtude de sua filosofia, seja cristão, israelita, muçulmano, budista ou livre pensador e, em geral todo ser humano, conta com as faculdades necessárias para evoluir ao Plano Divino. Julgar é próprio do Pai e não dos homens...
6º) - Ter a certeza de que o ser humano jamais é abandonado pelo Alto, mesmo em seus momentos de negação e de dúvida. Lembrar que nos encontramos no plano físico com a finalidade de servir os demais e não para satisfazer nossos próprios fins egoístas.
7º) - Recordar que a purificação física, recorrendo a um regime especial, constitui uma atitude infantil se não se apoiar na purificação astral, na caridade, no silêncio, na purificação espiritual e no esforço perseverante de não pensar nem falar mal do próximo. Saber muito bem que a Oração, que proporciona Paz ao Coração, é preferível a toda magia que somente traz orgulho.
O homem deve optar entre dois mestres. Deixando de lado o príncipe deste mundo, o Martinismo elegeu e quis consagrar-se a Cristo, por cima de toda classe de clerezias. É como uma Cavalaria Laica do Homem-Deus. Sua finalidade: desenvolver, em quem vem à Ordem Martinista, o coração e os sentimentos para que aprenda a amar. São seus meios de ação: a pobreza , o silêncio , a paciência , a Fé .
O Deus em que crêem os Martinistas é o Senhor dos Tempos. Os que quiserem ver, verão. Os que chamarem poderão entrar. O Martinismo abre suas portas a todos os homens e mulheres de boa vontade. E ... como presente de boas vindas, lhes dá o que há de mais precioso em meio dos tormentos, dos infortúnios e das desgraças: A PAZ DO CORAÇÃO!
terça-feira, 23 de junho de 2009
MAÇONARIA - ESTRUTURA DE DE GRAUS

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terça-feira, 16 de junho de 2009
REAL ARCO - MAIS LUZ NA MAÇONARIA

Conforme as instruções eram recebidas durante a passagem pelos graus simbólicos, certamente muitas perguntas surgiram a respeito do significado das cerimônias ritualísticas, das implicações históricas e o "por que" das lendas da Maçonaria.
O Grau de Real Arco é o clímax de Antiga Arte da Maçonaria e do Simbolismo Maçônico. É descrito como "a raiz e essência da Maçonaria." É o relato completo da História Judaica durante algumas de suas mais obscuras horas. Onde Jerusalém e o Sagrado Templo são destruídos e o povo de Israel é tomado como escravo na Babilônia. Aqui você se juntará com alguns dos cativos, conforme são postos em liberdade, para voltarem para casa e se engajarem no nobre e glorioso trabalho de reconstrução da cidade e do Templo de Deus. É durante esta reconstrução que eles fazem uma descoberta que vem a iluminar o maior tesouro de um Maçom - a antiga Palavra Perdida.

Muitos historiadores localizaram as origens mais remotas do grau de Real Arco na Irlanda, no século 17 e na Inglaterra em 1738. Em 1752, autorizações ambulatórias ou militares para lojas foram introduzidas. Isto era instrumental para colocar o Grau do Real Arco no mesmo nível do Grau de Mestre Maçom.
Lojas militares foram as grandes responsáveis pelo estabelecimento da Maçonaria nas Colônias e também deram luz ao uso dos graus de Marca e Real Arco no "Novo Mundo". Registros mostram que o Grau do Real Arco foi conferido na Loja Fredericksburg No. 4, no dia 12 de dezembro de 1753. George Washington fora elevado nesta Loja meses antes desta data.
Fonte: Real Arco
segunda-feira, 15 de junho de 2009
A ORDEM DO LÍRIO E DA ÁGUIA

AMOR e RECIPROCIDADE na HUMANIDADE


