segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

ASSIM DIZIA PARACELSO



I - Se, por um espaço de alguns meses, observares rigorosamente as prescrições, que se seguem, ver-se-á operar, em tua vida uma MUTAÇÃO TÃO FAVORÁVEL, que nunca mais poderás esquecê-las. Mas, meu irmão, para que obtenhas o êxito desejado, é mister que adaptes tua vida à estrita observância destas regras. São simples e fáceis de seguir, mas é preciso observá-las com a máxima perseverança. Julgarás que a felicidade não vale um pouco de esforço? Se não és capaz de pores em prática estas regras, tão fáceis, terás o direito de te queixares do destino? Será tão difícil a tentativa de uma prova? São regras legadas pela antiga Sabedoria e há nelas mais transcendência do que simplicidade, como parece à primeira vista.

II - Antes de tudo, lembra-te de que não há nada melhor do que a saúde. Para isso deverás respirar, com a maior freqüência possível profunda e ritmicamente, enchendo os pulmões, ao ar livre ou defronte de uma janela aberta. Beber quotidianamente, a pequenos goles, dois litros de água, pelo menos; comer muitas frutas; mastigar bem os alimentos; evitar o álcool, o fumo e os medicamentos, salvo em caso de moléstia grave. Banhar-se diariamente, é um hábito que deverás à tua própria dignidade.

III - Banir absolutamente de teu ânimo, por mais razões que tenhas, toda a idéia de pessimismo, vingança, ódio, tédio, ou tristeza. Fugir como da peste, ao trato com pessoas maldizentes, invejosas, indolentes, intrigantes, vaidosas ou vulgares e inferiores pela natural baixeza de entendimentos ou pelos assuntos sensualistas, que são a base de suas conversas ou reflexos dos seus hábitos. A observância desta regra é de importância DECISIVA; trata-se de transformar a contextura espiritual de tua alma. É o único meio de mudar o teu destino, uma vez que este depende dos teus atos e dos teus pensamentos: A fatalidade não existe.
IV - Faze todo bem ao teu alcance. Auxilia a todo o infeliz sempre que possas, mas sempre de ânimo forte. Sê enérgico e foge de todo o sentimentalismo.

V - Esquece todas as ofensas que te façam, ainda mais, esforça-te por pensar o melhor possível do teu maior inimigo. Tua alma é um templo que não deve ser profanado pelo ódio.

VI - Recolhe-te todos os dias, a um lugar onde ninguém te vá perturbar e possas, ao menos durante meia hora, comodamente sentado, de olhos cerrados, NÃO PENSAR EM COISA ALGUMA. Isso fortifica o cérebro e o espírito e por-te-á em contanto com as boas influências. Neste estado de recolhimento e silêncio ocorrem-nos sempre idéias luminosas que podem modificar toda a nossa existência. Com o tempo, todos os problemas que parecem insolúveis serão resolvidos, vitoriosamente por uma voz interior que te guiará nesses instantes de silêncio, a sós com a tua consciência. É o DEMÔNIO de que SÓCRATES falava. Todos os grandes espíritos deixaram-se conduzir pelos conselhos dessa voz íntima. Mas, não te falará assim de súbito; tens que te preparar por algum tempo, destruir as capas superpostas dos velhos hábitos; pensamentos e erros, que envolvem o teu espírito, que embora divino e perfeito, não encontra os elementos que precisa para manifestar-se.

VII - A CARNE É FRACA Deves guardar, em absoluto silêncio, todos os teus casos pessoais. Abster-se como se fizesses um juramento solene, de contar a qualquer pessoa, por mais íntima, tudo quanto penses, ouças, saibas, aprendas ou descubras. É UMA REGRA DE SUMA IMPORTÂNCIA.

VIII - Não temas a ninguém nem te inspire a menor preocupação a dia de amanhã. Mantém tua alma sempre forte e sempre pura e tudo correrá e sairá bem. Nunca te julgues sozinho ou desamparado; atrás de ti existem exércitos poderosos que tua mente não pode conceber. Se elevas o teu espírito, não há mal que te atinja. Só a um inimigo deves temer: A TI MESMO. O medo e a dúvida no futuro são a origem funesta de todos os insucessos; atraem influências maléficas e, estas, o inevitável desastre. Se observares essas criaturas, que se dizem felizes verás que agem instintivamente de acordo com estas regras. Muitas das que alegam que possuem grandes fortunas podem não ser pessoas de bem, mas possuem muitas das virtudes acima mencionadas. Demais, riqueza não quer dizer felicidade; pode se constituir em um dos melhores fatores, porque nos permite a prática de boas ações, mas, a verdadeira felicidade só se alcança palmilhando outros caminhos, veredas por onde nunca transita o velho Satã da lenda, cujo nome verdadeiro é EGOÍSMO.

IX - Não te queixes de nada e de ninguém. Domina os teus sentidos, foge da modéstia como da vaidade; ambas são funestas e prejudiciais ao êxito. A modéstia tolherá tuas forças e a vaidade é tão nociva como se cometêsses um pecado mortal contra o ESPÍRITO SANTO. Muitas individualidades de real valor tombaram das altas culminâncias atingidas, em conseqüência da Vaidade; a ela deveram certamente a sua queda Júlio Cesar, aquele homem extraordinário que se chamou Napoleão e muitos outros.Oxalá, sigas sempre estas poucas regras para a tua FELICIDADE, para o teu BEM e a nossa ALEGRIA.



domingo, 15 de dezembro de 2013

REVISTA L'INITIATION - FRANCESAS ORIGINAIS



 

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O MARTINISMO LIVRE


O MARTINISMO LIVRE

Por Jean Chaboseau

"Nosso lembrado Irmão Augustin Chaboseau escreveu algumas notas sobre o que chamou de sua “Iniciação” pela sua tia Amélia de Boisse-Montemart, que não deixam a menor dúvida a respeito, tratava-se unicamente da transmissão oral de um ensinamento par­ticular e de certas compressões das leis do universo e da vida espiritual, o que em nenhum caso pode-se considerar uma iniciação ritualística propriamente dita. As linhas que uniram Augustin Chaboseau, Papus e outros e que provém de Saint-Martin são, com efeito, linhas de afinidades espirituais...

É justamente neste ponto que aparece a profunda contradição existente, de um lado, entre o desejo de liberdade interior que deve desprender-se de todo formalismo para permitir à personalidade espiritual estabelecer-se e definir-se fora de toda classe de coletivida­des e, de outro lado, esta espécie de desmentido ao anterior que parecem aportar certos ocultistas dos fins do século XIX, ao criar suas associações, Ordens e Sociedades.

Existe uma qualidade de alma que caracteriza essencialmente o verdadeiro Martinista, é aquela afinidade entre espíritos unidos por um mesmo grau em suas possibili­dades de compreensão e adaptação, por um mesmo comportamento intelectual, pelas mesmas tendências, de tudo o qual se segue a constatação obrigatória de que o Martinismo está com­posto, exclusivamente, de seres isolados, solitários, que meditam no silêncio de seu gabinete, buscando sua própria iluminação.

Cada um destes seres tem o dever, uma vez que adquiriram o conhecimento das leis do equilíbrio, de transmitir a compreensão adquirida ao seu redor, a fim de que aqueles que forem chamados a compreender, participam daquilo que ele cria, por sua vida espiritual ou pela verdade que encerra. É aqui, então, que intervém a “missão de serviço” do Martinismo e é somente neste sentido que esta corrente espiritual especial encontra seu lugar na Tradição Ocidental.

E isto é tão verdadeiro que sempre se manteve nos diferentes Ramos Martinistas, o regime da Iniciação Livre, em forma paralela àquela que se conferia nas Lo­jas, como uma recordação daquela liberdade individual de que dispunha todo verdadeiro Martinista e que, em princípio, está por cima de toda “Obediência”.”
Em conseqüência, existe uma grande contradição entre o espírito digno e livre do nosso Venerável Mestre Saint-Martin, de seus sucessores, os “Superiores Incógnitos”. e a atitude de alguém que se sentiu o exclusivo depositário da Tradição do Filósofo Desconhecido, declarando-se possuidor da categoria de regulador supremo desta Iniciação e o único Martinista regular, excluindo a todos os que não o seguissem.

Ainda mais, devemos recordar que cada Filósofo Desconhecido, Livre Iniciador ou Presidente de Grupos ou Lojas Martinistas pode dar à sua coletividade a orientação espiritual que julgue mais conveni­ente, de acordo com sua consciência, conhecimento e experiência.

Sinceramente desejo, em razão desta circunstância, que o Martinismo volte a ser o que sempre devia ter sido: uma simples associação de espíritos unidos pelas mesmas aspirações espirituais e guiados pelas mesmas investigações, sob a luz de YHSVH... fora de toda e qualquer preocupação de Ordem ou Obediência.

O Martinismo é essencialmente Cristão*. Não se pode conceber um Martinista que não seja um fiel discípulo de YHSVH, o Reconciliador, Encarnação do Verbo! Porém, parece que um grande número de Martinistas não esteve, ou não está compenetrado deste espírito perfeitamente universal na mais ampla significação do termo. Desejando singularizar-se, particularizar-se, desejando presidências, Grão-Mestrados, títulos, graus e honras, em nome de um Filósofo no qual a modéstia e a sensibilidade eram proverbiais, parecem ter esquecido um dos primeiros princípios ou preceitos cristãos... "

Escrito pelo Irmão Jean Chaboseau

*Cristão, não cristista.

CADEIA ESPIRITUAL

Leo Alvarez Costet de Macheville "Jehel" depois "Sri Sevananda Swami"

Segue a primeira parte do texto livremente adaptado do artigo “Cadeia Espiritual” escrito pelo Irm::: Jehel S .’. I ’.’ :

“Acima de tudo o que pode ser concebido pela mente humana, existe a essência última do Todo, a Divindade. Respeitando as diversidades de crenças de todos os povos e épocas, o Martinismo, não tendo nenhuma doutrina religiosa própria (pois o Martinismo não é uma religião, mas uma escola filosófica e científica por um lado, e de desenvolvimento devocional por outro) constituindo a Cavalaria Cristã e, portanto, Yeshua, manifestação humana do Cristos – Segunda pessoa da Divina Trindade – é o Foco Espiritual para o qual convergem naturalmente as práticas espirituais dos Martinistas.

Abaixo, encontra-se toda a Sagrada Hierarquia das Hostes Celestes, as quais só podem ser acessadas através da prática mágica da oração carregada de Fé e Devoção. Até este plano ou nível não podemos falar ainda de “Cadeia Espiritual da Ordem” já que tratamos da própria Divindade, seus Servidores Celestes, Seres e Forças que são Universais por sua própria natureza e função divina, não podendo atribuí-los – muito menos considerá-los propriedade – à nenhuma seita, sociedade, ordem e etc, mas constituem parte de todos os corações piedosos do Mundo Cristão, que se dedicam a eles com Veneração e Amor.

Sem dúvida, mesmo dentro do Plano Espiritual, já existem dentro da “Cadeia Invisível da Ordem” os Mártires do Pensamento Martinista, ou seja, os Grandes Seres Humanos que, em vida, consagraram todos seus esforços, sua sabedoria, seu espírito de sacrifício, suas orações e seus atos ao progresso espiritual de seus Irmãos de crença e sucessores. Entre estes figuram aqueles que – principalmente – foram enumerados nos calendários oficiais junto a lista de “Comemorações de Regresso ao Oriente Eterno”. São venerados e invocados por coração e pensamento em virtude de suas características de sacrifício (R+C), que os tornou Homens Santos, já que se consagraram exclusivamente ao bem estar da humanidade, especialmente quanto ao aspecto do desenvolvimento espiritual, característica típica dos seres santificados por sua devoção real ao Divino no Humano, já que suas vidas são uma constante realização do “Amar uns aos outros”.”

OS EFEITOS DO PENSAMENTO



OS EFEITOS DO PENSAMENTO

O efeito imediato do pensamento sobre o nosso corpo, espírito, trabalho, felicidade, enfim, sob todos os aspectos da vida, é tão indiscutível que se torna desnecessário demonstrar.

A experiência, porém, tem revelado que muitos estudantes não se apercebem do poder que o pensamento exerce sobre suas ações e, consequentemente, sobre o resultado dessas ações.

Não é, portanto, demasiado tratarmos, embora ligeiramente, desse assunto.
Um pensamento, alguém já o disse, é o início de uma ação.

Tudo que executamos é consequência de um pensamento que alimentamos em nossa mente. 
Podemos praticar um ato sob qualquer impulso momentâneo, porém, esse impulso é resultado de um pensamento ou pensamentos que previamente surgiram em nossa mente.

A mente subconsciente é um centro de extraordinário poder e energia. 

É uma força cega e atua por sugestão. Em outras palavras, age pelas impressões que recebem da mente objetiva e, portanto, a espécie de ação que produz, no plano físico, depende da espécie, boa ou má, dessas impressões, pensamentos ou  sugestões.

À vontade e o sentido moral devem iniciar sua obra defensiva por pensamentos e não por ações, porque  dos primeiros derivam-se às últimas.

Por conseguinte, quem mantém pensamentos de pessimismo só pode expressar melancolia e fracasso; quem mantém  pensamentos de falta de saúde, só pode manifestar enfermidades e transtornos reais, em seu organismo. 

Se um jovem diz: “tenho medo de não poder executar qualquer trabalho”, fracassará. Porém, se ao contrário, afirma a si mesmo que pode realizá-lo, então a sua mente subconsciente fará todo o possível para ajudá-lo a vencer, e se não aspira qualquer coisa muito acima do seu desenvolvimento, conseguirá o que deseja, com toda certeza. 

Os bons pensamentos geram boas ações e os maus, ao contrário precisamente; portanto, é no domínio do pensamento que reside o domínio de si mesmo. Todos os vícios, derivam-se dos maus pensamentos. A única maneira de adquirir virtudes é permitir pensamentos construtivos e positivos, acompanhados de correspondentes e adequadas ações. 

Se numa manhã chuvosa alguém diz: “que manha horrível” essa manha ser-lhe-á horrível e bem assim para os outros, porque, deste modo, criou uma sugestão de tristeza e desolação para si e para quantos o ouviram.

Se, entretanto, esse alguém imagina que o tempo poderia ser muito pior, que a chuva é muito útil ao campo, que o sol brilha no seu máximo esplendor por trás das nuvens e que tudo é perfeito no mundo de Deus, eximir-se-á ditoso e feliz, e tornará os demais ditosos e felizes, graças às irradiações benéficas do seu pensamento. 

Do mesmo modo, se alguém afirma a sua consciência: “hoje, sinto-me muito mal”, sua mente subconsciente age em absoluta concordância com esta afirmativa.  A ordem é transmitida imediatamente aos milhões de minúsculos e laboriosos trabalhadores, cuja função é reparar, construir e manter a saúde orgânica e, neste caso, agem de acordo com a mensagem expedida.  
Todo o sistema se deprime, diminui a vitalidade, decresce o poder de resistência de tal maneira que o corpo torna-se passível e em condições favorável a primeira infecção que se apresente.

Se ao contrário, alguém que não se sente muito bem, respire profundamente e ao executar esta prática repete: “o infinito é a minha saúde”, e mantém em sua mente o pensamento ou a imagem da saúde perfeita, sentir-se-á imediatamente melhor.  A ordem: “manifesta-te, saúde perfeita!” será expedida telepaticamente a todo o corpo e a obediente falange de ativos trabalhadores receberá sua corrente de inspiração que os estimulará a trabalhar em benefício do paciente.  

Igualmente, alguém que assevere: “estou certo de que não conseguirei este negócio”, sugere a si mesmo o seu pensamento.  Todos os atos tenderão inconscientemente para esse fim e inevitavelmente fracassará.  Mas, aquele que, em circunstâncias semelhantes, disser resolutamente: “ninguém ousará embaraçar os meus negócios; farei com que os meus produtos ou os meus serviços sejam tão bons que todos os meus clientes, em benefício da sua própria conveniência, continuarão a negociar comigo”,  sentir-se-á inspirado pela sua própria  sugestão, trabalhará e tornará os seus serviços tão indispensáveis ao público que, certamente acabará vencendo. 

Vamos, pois que os pensamentos modificam nossa vida, e que com a simples fiscalização dos pensamentos, podemos dirigir as ações e, por meio desta, mudar o rumo do nosso destino e até o próprio  ambiente. 

A filosofia do Reto Pensar é de um valor incalculável.  Ensina que os pensamentos mantidos na mente atraem, de acordo com a lei das vibrações, o material para a sua expressão objetiva; o que está presente na mente, com intensa claridade de pensamento e visão interna, manifesta-se na vida; cada modalidade de pensamento produz um fruto de sua própria espécie. Ensina que se existe confusão de pensamentos na mente, experimenta-se confusão e desarmonia na vida e, conforme os pensamentos e a visão mental, malogra-se ou glorifica-se a existência. 

A prática de o Reto Pensar, além de exercitar a mente, harmoniza os pensamentos com as Leis Imutáveis que regem o Universo, e assim, concede na vida o maior bem, a verdadeira felicidade, o único êxito que realmente satisfaz. 

Henry Thomas Hamblin- Gnose agosto 1938

UM VERDADEIRO MARTINISTA



Para Ser Martinista De Fato


  1. Não confunde liberdade, que é direito sagrado, com abuso, que é um defeito;
  2. Crê no Criador de Todas as coisas, Ser Supremo, orienta para o bem e desvia do mal;
  3. É leal; quem não é leal com os demais é desleal consigo mesmo;
  4. Cultiva a fraternidade, porque é a base da Fraternidade ;
  5. Recusa agradecimentos porque se satisfaz com o prazer de haver contribuído para amparar semelhante;
  6. É nobre na vitória e sereno se vencido, porque sabe triunfar sobre os seus impulsos;
  7. Não se desvia do caminho da moral;
  8. Pratica o bem, porque sabe que é amparando o próximo, sentindo suas dores, que se aperfeiçoará;
  9. Abomina o vício, porque é o contrário da virtude, que deve cultivar;
  10. Não se entrega à excessos alcoólicos, porque a sabe que a embriagues, além de torná-lo ridículo, impede-o de raciocinar e seguir o seu caminho;
  11. É amigo da família, porque é a base fundamental da humanidade;
  12. Não humilha os fracos, os inferiores, porque é covardia e a Fraternidade Martinista não é abrigo de covardes;
  13. Respeita as mulheres, quaisquer que sejam as suas condições sociais;
  14. Trata fraternalmente os demais martinistas independente de afiliação ou condição
  15. Não se envaidece, não alardeia suas qualidades; não vê no auxílio ao semelhante, um gesto excepcional, porque este é um dever de solidariedade humana, cuja prática constitui um prazer;
  16. Não promete senão o que pode cumprir;
  17. Se sofre, suporta com coragem; se, se regozija, o faz sem se amesquinhar;
  18. Não odeia; o ódio destrói e só a amizade constrói;
  19. Não tem apego aos cargos, porque isso é cultivar a vaidade, sentimento mesquinho, incompatível com o que o bom martinista deve cultivar.