terça-feira, 31 de agosto de 2010

CONFISSÃO A MAAT



Confissão a Maat

“Glória a Ti, Ó Grande Deus, Mestre de toda Verdade! Venho à Tua presença,  

Ó meu Deus, para diante de Ti tomar consciência de Teus decretos.  

Eu Te conheço e comungo contigo e com Tuas Quarenta e Duas leis que habitam contigo 

nesta Câmara de Maat...

E nessa verdade que venho comungar contigo, e Maat está em meu pensamento e em minha alma. 

 Por ti destruí a maldade. 

Não fiz nenhum mal à humanidade. 

Não oprimi os membros de minha família. 

Não forjei o mal em lugar da Justiça e da Verdade. 

Não convivi com homens indignos. 
Não pedi para ser considerado o primeiro. 

Não obriguei pessoa alguma a um trabalho excessivo em meu favor. 

Não apresentei meu nome para ser objeto de honrarias. 

Não espoliei os pobres tomando seus bens. 

Não fiz homem algum passar fome. 

Não fiz ninguém chorar. 

Não infligi qualquer sofrimento a um homem ou animal. 

Não espoliei nenhum templo de suas oblações. 

Não adulterei nenhum padrão de medida. 

Não invadi os terrenos de outros. 
Não roubei terras. 

Não adulterei os pesos da balança para enganar o vendedor. 

Não falsifiquei a indicação do ponteiro para enganar o comprador. 

Não tirei o leite da boca das crianças.

Não desviei a água de onde ela devia correr. 

Não apaguei a chama quando ela devia queimar. 

Não repeli Deus em Suas manifestações.” 

 “Sou puro! Sou puro! Sou puro! 

Minha pureza é a pureza da Divindade do Templo Sagrado. 

Por isso o mal não me acometerá neste mundo, eis que conheço as leis de Deus que são Deus. 

Cro-Maat!”

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